sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Festa de Chanucá,


                                                             
que começa no dia 25 de kislev e
tem a duração de oito dias
(que cai geralmente na segunda metade do mês de dezembro),
 comemora os eventos que ocorreram na Terra Santa, na época
do Segundo Templo, durante a era do dominio grego da dinastia
 selêucida,cujo centro era a Síria.
 Foi naquela época que surgiram,pela primeira vez na história do
nosso povo, perseguições contra a religião judaica.
 Naquele tempo apareceram as manifestações comoventes e
espantosas de heroismo judeu e total dedicação á causa
 de preservação da herança do judaismo.
Foi por isso que aqueles acontecimentos deixaram uma
 profunda marca no curso da história judaica e se tornaram
 uma fonte poderosa de fortalecimento espiritual para as
gerações posteriores.

                cenário politico militar 

  Deixe-nos, antes de mais nada,considerar o pano de fundo  histórica e o
 cenario politico-militar daquela época,que se iniciou com as conquistas de
  Alexandre Magno (333 a.e.c.) no Oriente e que abriram seus portões
á cultura helenistica. Os herdeiros de Alexandre deram continuidade ao dominio
  da cultura grega. Erets Israel era dividida entre as dinastias de Ptolomeu, do
 Egito, no sul, e a dos Selêucidas.
      Embora as guerras tivessem causado sofrimento aos habitantes das regiões
atingidas, a vida dos judeus não foi atingida. Eles haviam conseguido plena
 autonomia interna e viviam segundo os ensinamentos da Torá, sem serem
molestados.Tambem sua situação economica era boa, por estarem na
encruzilhada das rotas comerciais da região. O Sumo Sarcedote, em Jerusalem,
estava á testa da liderança religiosa e politica do país.
       Com o correr do tempo, formou-se uma pequena  e rica aristocracia,que
  estava ligada ao governo. Eram esses os cobradores de impostos judeus que
 se enriqueciam com  cobranças das massas camponesas judias. Seu constante
 contato com os circulos do poder imperial resultou na influência destes em seu
estilo de vida e consequente adoção de costumes alheios aos padrões de vida
 judia, que os afastava do modo de vida do povo, que permanecia fiel á sua
 tradição e cultura antiga. Esse pequeno grupo era chamado de ''helenizantes'',
 pois que viviam segundo a filosofia de vida helenista, abandonando suas
caracteristicas judias.
    De inicio, não se fazia sentir sua influencia na vida do povo, porque viviam
desligados dele. Mais tarde, porém, quando seu poder aumentou e se tornou
servidor   e apoio do poder imperial na Judéia, ele se transformou em um
 movimento ativo e ambicioso que, com a ajuda do poder dominante,
 influia decisivamente no comportamento judeu e alterou a caracteristica
 judia de Jerusalem, tranformando-a em uma cidade tipicamente helenistica.

                                     HELENIZAÇÃO   

   O reinado do Rei Selêucida Antioco IV, apelidado de Epifanes,marcou
  a mudançapara o pior. Ele se atribuia uma divindade e a missão de
  disseminar a cultura grega. Antioco, freado nas suas conquistas, nos portões
do Egito, pela intervenção de Roma, que o pressionava também no norte,
pretendia  salvaguardar seu reino e fortalecê-lo sob o aspecto nacional,através
da integração das culturas de todos os povos sob seu dominio na cultura grega,
e, assim, criar uma unidade nacional. Ele iniciol a rápida helenização das
populações de seu reino e fundou muitas cidades (''polis'')  gregas que lhe
serviam de pontos de apoio.
     Com efeito, a helenização se espalhava com muita rapidez e facilidade, ja
que os povos pagãos  não tinham dificuldade de se adaptarem ás exigências
da cultura grega.
 Eles precisavam apenas traduzir suas religiões  e dar nomes gregos aos seus
 idolos. A modificação exigida não era exagerada. Havia um povo que se
destacava dos outros  e que se recusava a sacrificar sua identidade judia, porque
 o judaismo rejeita todo e qualquer tipo de idolatria. É possivel que Antioco
 tenha se sentido pessoalmente atingido por esse fenômeno, que considerou um
 elemento perturbador e um obstáculo no caminho da helenização e que isso tenha
 sido um dos motivos que o levaram a perseguir o judaismo e tentar liquida-lo.

                                             ANTIÓQUIA

    A politica de Antioco encorajava os helenizantes, que se voltaram contra seus
irmãos judeus, não por motivos ideais  e pelo amor á cultura grega, mas pelo
seu desejo de se beneficiarem de vantagens materiais. Eles ajudaram Antioco
 a pôr suas mãos no tesouro do Templo, com cujos fundos, que se destinavam
 aos pobres e ao serviço Sagrado, compraram o cargo do Sumo Sacerdote,
 o posto mais alto no judaismo, depois do que possibilitaramaos helinizantes
a levantar em Jerusalém instituições gregas, como os Ginásios e Hipódromos  
e tranformaram a cidade em uma ''polis'' grega, dando-lhe o nome de
 Antióquia. Em  pouco tempo, Jerusalém perdeu sua identidade judia.
 Somente os helinizantes tinham o privilégio de serem considerados
 cidadãos  da cidade grega, que tinham mais direitos do que a maioria dos
habitantes  judeus.A partir desse momento, o objetivo dos helinizantes
 era  integrar-se no império grego por meio do cultivo de uma mentalidade alheia
 ao judaismo. Com a tranformação  de Jerusalem, lesaram  a autonomia judia,
ja que os cidadões de ''Antioquia'' em Jerusalem estavam fora da jurisdição
judia. Isso provocou disturbios e levou a gaves ataques contra os helinizantes.
 Antioco suprimiu a revolta e dominou a situação na cidade, organizando
 verdadeiras carnificinas. Ele iniciou a perseguição e legislação contra a religião
 judaica (167 a.e c ), proibindo o comprimento dos preceitosda Torá e obrigando,
com o auxilio de seus soldados, a violar suas leis em público. Os trangressores
 eram mortos com requinte de barbárie.
      Como proximo passo, converteu o Templo de Jerusalemem um santuario
   consagrado a  Zeus, idolo grego, e o Altar sagrado era profanado com sacrificios
 abominaveis.Os acontecimentosem Jerusalemfizeramver a Antioco que os
helenizantesjudeus eram apenas um grupo pequeno, que virou as costas e os
afastou de sua posição junto ao governo. Assim, no final desse periodo, os
 helinizantes estavam isolados do povo revoltoso e afastado do governo imperial.

                                            MARTÍRIO 

Os oficiais do Rei e seus soldados percorriam as cidades e povoados e obrigavam
 os habitantes a sacrificarem  oferendas nos altares impuros dos idólolatras.
      Porem,apenas os fracos obedeciam às ordens do Rei. A maioria do povo emigrava
para o Egito, onde se juntavam à grande comunidade judia, ou sofriam a morte de
mártires,  pelo Nome Sagrado de D'us, a fim de não trair a fé de seus antepassados.
 É conhecida a história de Hana e de seus sete filhos, que morreram martirizados,
  mas não se prostaramdiante do ìdolo, ou de Rabi Eliezer, o nonagenário que
 não quis comer, nem fingir comer carne de porco, e sofreu uma morte cruel.
   Foi nesta época que ocorreu, pela primeira vez o fenônemo de
    ''Kidush Hashem''em massa, cujo exemplo foi seguido por muitas e muitas
 gerações. Era uma resistencia passiva, que, pouco tempo depois, se transformou
 em resistência ativa e vigorosa, e teve sua expressão na grande revolta
liderada pelos Hasmoneus (Macabeus),que se prolongou durante mais de vinte anos.


                                 REVOLTA DOS MACABEUS

  A revolta eclodiu em Modiin, pequena cidade situada nas colinas ao leste da cidade de
  Lod,quando  o oficial do Rei convocava os habitantes, entre os quais se encontrva
  Matitiahu, o velho cohenda familia dos Hasmoneus,a sacrificarem porcos no altar do
 idolo. Eis que se aproximava um helinizante para faze-lo, perante o povo.nao se contendo,
Matitiahu se lançou  sobre o judeu e o oficial,matando-os. Foi naquele momento que lançou
 seu famoso grito: ''Quem esta com D'us, que venha comigo!'', que se espalhou por toda
Judeia. Matitiahu, o Hasmoneu, e seus 5 filhos Iochanan, Shimon, Iehuda,Elazar e Ionatan
fugiram as montanhas de gofna,ao leste de Modiin e ao norte de jerusalem. La se juntaram
a eles  muitos judeus  que atenderam  ao apelo de Matitiahu. Os hasmoneus  iniciaram
 uma guerra de guerrilha  contra o grande exercito seleucida. Antes de morrer (em 165 a.e.c.),
 Matitiahu designou seu filho Iehuda para ser chefe  da rebeliao.
        Seu apelido era Macabi, dai o nome de seus  comandados de ''Macabeus''.
       Iehuda era um inteligente e talentoso  lider militar.  Além disso,inspirou nos seus
 soldados um de fé em D'us, como sendo a única fonte de ajuda e sucesso em suas
batalhas. Essa fé gerou grande heroismo e coragem. Iehuda atacava  subitamente   os
exércitos   selêucidas,  em emboscadas em lugares de dificil locomoção ou recuo,
semeava confusão e morte  e desaparecia rapidamente nas  trilhas das montanhas.
   As batalhas eram breves, e um dos motivos era o fato do exército judeu de voluntarios ser
integrado por muitos lavradores que precisavam voltar as suas casas para lavrar
 suas terras. Iehuda tinha o auxilio de uma rede bem desenvolvida de informações
 fornecidas pelos habitantes das aldeias que lhe transmitiam atualizadas e precisas
 noticias e relatorios dos movimentos do exército selêucida, que determinava os
ataques de Iehuda.
      Enfrentava-o um exército profissional e equipado, mas  Iehudá, o Macabeu,
sabia como aproveitar-se de suas limitações e golpeá-lo nos pontos sensiveis.
 O exército selêucida movimentava-se em formação de ''falange'',que avançava e
 atacava com grande força de ponta de lança. Quando uma formação desse tipo
 era atacada lateralmente, achava dificuldade em mudar rapidamente de rumo e estava
 sujeita á grande confusão. Os mercenarios, que formavam parte do exército, viam
no Comandante-Chefe o contratante que pagava seu soldo. Com o comandante ferido
ou morto, os soldados perdiam a vontade de lutar, porque não tinha mais segurança
 de seu pagamento.

                                               JERUSALÉM 

   Depois da quarta  batalha, dois anos após o início da revolta, Iehudá Macabi conseguiu
 libertar Jerusalém (164 a.e.c).O templo e sua redondeza foram purificados, os ídolos
removidos e o altar restaurado e inaugurado. Havia apenas um  jarrinho de azeite,com
 o selo intacto do Sumo Sacerdote, para acender as luzes do candelabro de ouro no
 Templo, que era suficiente apenas para um dia. Aconteceu, então, um milagre, e o azeite
durou oito noites, até que se  pudesse produzir novo azeite puro. Viram nisso um sinal
 dos céus para uma nova era feliz. Em sinal de alegria e gratidão, a cidade foi iluminada
com muitas luzes e os    Macabeus celebraram sua grande vitória no meio de grandes massas
 e alegria, com preces de gratidão a D'us pela grande vitória.
 Esta era mais uma vitória espiritual do que militar, pois que o poder selêucida ainda
 dominava a maior parte do país e a própria  revolta eclodira para pôr fim á legislação
de Antioco contra a religião judia e possibilitar o comprimento dos preceitos da Torá
e a vida como judeus.Nesta vitoria muitos viram a realização do objetivo da revolta.
Porem, nos corações dos Hasmoneus cristalizava-se, durante os combates,uma vontade
de alcançar independencia politica,ao menos na Judéia.Isso se realizou só mais tarde,nos
dias de Shimon,o Hasmoneu (142 a.e.c.), que conceguiu expandir as fronteiras da Judeia e
consolidar nela o reino independente dos Hasmoneus.

                                                  O NOME

O nome  CHANUCÁ  é composto de duas palavras: CHANU-descansaram, e ,
escrito em hebraico com as letras CAF e HE , cujo valor numerico é 25,ou seja ,os
macabeus descansaram depois de sua vitória , no dia 25 do mês de Kislev.O historiado
Flávio Josefo chama esta festa de ''Festa das Luzes'' .Mais um nome interessante é
mencionado no Livro dos Hasmoneus,o de ''Festa de Sucót''de Kislev''  em
memória da ultima festa de Sucót ( Rabernacúlos) antes da libertação de Jerusalem
quando ainda estavam sendo perseguidos nas montanhas e não podiam celebá-la.
Foi por isso que celebraram a primeira Festa de Chanucá com o Lulav na mão,
como em Sucót,que tambem dura oito dias.A maneira atual de celebrar
Chanucá foi determinada pelos nossos Sabios, algum tempo após a vitória.



                                                               CHANUKIÁ


                             Esta é de minha casa, É com muito 
orgulho que digo isso!!

                                                   

Sidur..

                                    ''Veahavta  et  Adonai elohecha, bechol nafshecha,
                                               uvechol levavecha, uvechol Meodecha!''




                                    ''Amarás ao Eterno teu D'us de todo o teu coração,de
                                      todo o teu entendimento e de todas as tuas forças!'
                                        

QUE TODOS TENHAM UM FELIZ SHABAT...

 

                                         
                                             Chalá
(minhas chalot)


Ingredientes


3 1/2 xicara de água morna
50 gr de fermento fresco
1 xicara de  de açúcar
1 colher de sopa de sal
1 xicara de óleo
3 ovos inteiros
2 kg de farinha de trigo
1 gema de ovo
Gergelim


Preparo


Colocar o fermento em uma bacia com uma colher de açucar, deixar crescer um pouco, coloque o  açúcar, sal, óleo e ovos, mexer até formar uma mistura homogênea. Ir acrescentando aos poucos a farinha, mexer ate soltar das mãos, e se estiver grudando, acrescente mais farinha até dar o ponto. Cubra com plástico esta bacia, e até poderá colocar mais um pano para embrulhá-la. Deixe descansar por cerca de 1 hora e 1/2 em lugar aquecido, até dobrar de tamanho. Separe um pedaço da massa (cerca de 30 g ) para ser queimada, ( na chama do fogão ), recitando a bênção:

Baruch Ata A-do-nai E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher Kideshánu
bemitsvotav vetsivánu lehafrish chalá. 






Divida a massa em 12 partes e molde as chalot em tranças de seis, cada uma,   cubra as chalot com plástico e deixe por mais 15 minutos. Pincele com ovo e salpique gergelim por cima. Asse em forno pré aquecido por cerca de 30 minutos, cuidando para que estejam douradas. bom é assim que faço minhas chalot, se vocês não souber fazer as tranças de seis pontas, pode fazer a de trez mesmo.                   

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sabedoria Judaica...

                   O fogo deixa sua marca em todos os que o utilizam.
                   O mesmo faz a lei.
                   Cada homem dedicado ao estudo da lei traz impresso
               o sinal do fogo nos seus atos e nas suas palavras.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sabedoria Judaica..

O livre-arbítrio..

O Rabi Chanina bar Papa pregou:
O anjo responsável pela guarda da concepção se 
chama Laila (que em hebraico quer dizer escuridão).
Quando tem uma guarda, ele pega o sêmen e o coloca
diante do Santíssimo-bendito seja- e diz:
   -Senhor do mundo,qual será o  destino deste sêmen?
    Teremos um homem  forte ou débil? Um homem sábio ou um
homem imbecil? Um homem rico ou um homem pobre?
    Tudo isso é decidido  por D'us.
    Houve,porém,uma pergunta que o anjo não fez e que nem
D'us respondeu:
    -Será um homem justo ou um homem mau?
   Esta é a opinião do Rabi Chanina.Porque o Rabi Chanina ensina:
   -Tudo está nas mãos de D'us, menos o temor de D'us.
                                                     (Talmud da Babilônia, Tratado Nidá 16b)

domingo, 14 de novembro de 2010

Bênção do lar..

                             Senhor do Universo,
                      A Ti  rogamos que esta casa
                       seja plena em luz,alegria,
                           paz e fraternidade.
                      Em todos os seus cômodos
                                 e recantos,
                         derrama em profusão
                          bênção e santidade,
                       e que a luz e os preceitos 
                          da Tua sagrada Torá
                      nela resplandeçam sempre.

                                  Amém.

Pessah - Acompanhamento....

  Bolo Israelense de maçã.

  1/4 xic. de margarina.
  1 xic. de açucar.
   7-8 maçãs descascadas,sem o miolo.
   200 g de nozes
   suco de 1 limão 
  5 ovos separados 
  5 colheres de sopa de açucar
  4 colheres de sopa de fécula de batata


  Preparo 
para preparar as maçãs,derreta a margarina e o açucar no fundo de uma panela
redonda funda de tamanho suficiente para acomodar as maçãs.
 Arrume as maçãs por cima do açucar.
 preencha os buracos dos miolos com nozes.
 Esprema o suco do limão sobre as maçãs.
Asse em forno pré-aquecido a 200 graus durante 30-45 minutos, até as maçãs ficarem macias. 


   Preparo da massa
 Numa tigela grande,bata as gemas com o açucar até ficar bem leve.
  Acrescente o suco de limão e a fécula peneirada.
 Numa outra vasilha, com batedores limpos,bata as claras até endurecer,mas 
 não secar.Despeje cuidadosamente as claras batidas na mistura das gemas.
  Derrame a massa sobre as maçãs quentes e asse por mais 30 minutos
 ou até testar a massa com um palito e este sair limpo.
 Deixe o bolo descansar por 10 minutos antes de vira-lo 
desenforma-lo.
Sirva frio
                                       E bom apetite....

Sabedoria Judaica.

                                       A verdadeira origem da Terra

O Rabi Shimon ensinava:


Quando o Santíssimo-bendito seja-criou o homem,
entre os anjos formaram-se diversos grupos e partidos,
que passaram a discutir a Criação.


Uns diziam:
-O homem deve ser criado.

O amor disse:
-Ele deve ser criado, porque professará o amor.


A verdade disse:
-Não deve ser criado, porque sera pleno de mentiras.


A justiça disse:
-Deve ser criado, porque agira com justiça.


A paz disse:

-Não deve ser criado, porque será pleno de impaciência e discórdia.

Então, o Santíssimo-bendito seja-pegou a verdade e jogou-a sobre a terra.

E os anjos perguntaram ao Santíssimo-bendito seja:
-Senhor do mundo! Mas a verdade é o teu segredo!
Como podes desprezá-la? Por que não levantá-la outra vez?


-Porque está escrito (Salmos 85:12):'' Da terra brotará a liberdade, desde
o céu há de olhar a justiça.''


O Rav Huna,mestre de Seforis, acrescentou:
-Enquanto os anjos de D'us ainda discutiam, o Santíssimo-bendito seja
- criou o homem. E disse aos anjos: Por que continuam discutindo?
O homem já está criado.

(Gênesis Rabá 8:5,ed.Theodor-Albeck,p.60)

sábado, 13 de novembro de 2010

O que Se da Se recebe....

queridos amigos!!


Tudo o que fizermos nessa vida para os outros de bem ou de mal volta
para nós. Por isso, façamos o bem, pensemos sempre no que vamos fazer
para que possamos ter um bom retorno.

No dia de hoje trago uma mensagem para refletirmos sobre os ecos da vida.


Reflitam!!


Filho e pai caminhavam por uma montanha. De repente, o menino cai, machuca-se e grita:

- Ai!


Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha:

- Ai!


Curioso, o menino pergunta:

- Quem é você?


Recebe como resposta:

- Quem é você?


Contrariado, grita:

- Seu covarde!


Escuta como resposta:

- Seu covarde!


O menino olha para o pai e pergunta, aflito:

- O que é isso?


O pai sorri e diz:

- Meu filho, preste atenção.


Então o pai grita em direção à montanha:

- Eu admiro você!


A voz responde:

- Eu admiro você!


De novo, o homem grita:

- Você é um campeão!


A voz responde:

- Você é um campeão!


O menino fica espantado, não entende, e o pai explica:

- As pessoas chamam isso de eco, mas na verdade, isso é a vida.


A vida lhe dá de volta tudo o que você diz, tudo o que você deseja de
bem e mal aos outros. A vida lhe devolverá toda blasfêmia, inveja,
incompreensão e falta de honestidade que você desejou e praguejou às
pessoas que o cercam. Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas
ações.


Se você quer mais amor, compreensão, sucesso, harmonia e fidelidade,
crie mais amor, compreensão e harmonia no seu coração. Se agir assim, a
vida lhe dará felicidade, sucesso e o amor das pessoas que o cercam.



É amigos!! Se queremos mais amor, mais paz, mais felicidade, temos que
plantar tudo isso para receber. Sempre haja como gostaria que as pessoas
agissem com você. Como diz na mensagem nossa vida é o reflexo de como
agimos. E vocês como estão os ecos de sua vida?


Forte abraço!!