quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mikvê...

Se você está para casar, ou se já completou um, dez, vinte ou cinquenta anos de união conjugal, leia com atenção, pois nunca é tarde demais...

O Talmud ensina que o relacionamento entre marido e mulher é uma união concebida nos Céus, a forma mais elevada de amor interpessoal.

Um casamento judaico é uma instituição sagrada onde o amor entre marido e mulher é puro e santificado. A santidade do relacionamento matrimonial, o fortalecimento do lar e da família são regidos pelas leis de Pureza Familiar (preparativos e normas prescritos pela lei judaica para imersão no micvê).

O cumprimento deste mandamento bíblico exerce profunda influência sobre todas as gerações, passadas e futuras.
Taharat Hamishpachá (Pureza Familiar) revigora o casamento mensalmente. Pode-se dizer que marido e mulher que cumprem esse preceito são os verdadeiros "românticos" - em lua-de-mel, doze vezes por ano.


Em resumo, Taharat Hamishpachá rege que um casal pode manter relações conjugais até a chegada da menstruação. Depois de sete dias que o fluxo cessou (e não antes do décimo segundo dia desde o início das regras), a mulher mergulha no Micvê. (Micvê, uma piscina moderna, tratada e alimentada por 756 litros de agua natural, é construída de acordo com leis judaicas específicas).

Após cumprir esta mitsvá, marido e mulher podem voltar a ter relações conjugais. Dessa forma, a intimidade é elevada a uma experiência sublime. Durante o período em que o casal abstémse de contato físico, relaciona-se de maneiras não-físicas, aprendendo a dialogar e a compartilhar. O casal desenvolve outras formas significativas de expressar amor, afeição e apreço, transcendendo o físico.

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