quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A Parashá da semana.

em perspectiva, sem ambigüidade,
declarando que o povo judeu será
abençoado se cumprir a Torá, e
amaldiçoado se não o fizer.
Ele começa então uma longa revisão de
várias mitsvot, compreendendo a maior
parte do livro Devarim. Primeiro discute
alguns dos mandamentos que são
relevantes à iminente conquista da Terra de
Israel pelo povo, conclamando-os
novamente a remover qualquer vestígio de
idolatria. Após ensinar-lhes certos detalhes
sobre a oferenda e o consumo de corbanot,
sacrifícios, a Torá ordena que o povo judeu
se abstenha de imitar as nações que os
circundam. A eles é dito que permaneçam
atentos aos falsos profetas e outras
pessoas que poderiam afastá-
los de D’us, e
aprendem as leis de uma cidade judaica
que tornou-se tão corrupta que a maioria de
seus cidadãos sucumbiu à idolatria,
recebendo por isso a pena de morte.
A Torá faz uma revisão sobre quais animais
são casher, permitidos para consumo, e
quais não o são, seguida pelas leis de
ma’aser sheni –
consumido por seus proprietários, mas
apenas na cidade de Jerusalém.
Após ordenar que todas as dívidas sejam
canceladas ao final de cada sétimo ano
o segundo "dízimo", que é
(Shemitah), e que devemos ser calorosos e
caridosos com nossos irmãos, a Torá repete
as leis relativas ao servo judeu. Ele deve
ser libertado incondicionalmente no sétimo
ano e coberto de presentes generosos por
seu antigo amo.
A Parashat Reê conclui com uma breve
descrição das três festas de peregrinação
Pêssach, Shavuot e Sucot
deveriam ir a Jerusalém e ao Templo com
oferendas, para celebrar sua prosperidade

 

D’us. Moshê começa a colocar as mitsvot

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