segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

CONVERSÃO DE ALGUNS GÓI AO JUDAÍSMO.


A concepção judaica diz que judeu é aquele que nasce de mãe judia ou quem se converte de acordo com a Halachá, a Lei Judaica. Da mesma forma que ao nascer uma criança de um ventre judaico, adentra nela, automaticamente, uma alma judia, o mesmo ocorre com uma pessoa que passa por uma conversão feita conforme os pormenores da Halachá.

O que significa "feito conforme a Halachá"? Antes de mais nada, a Lei Judaica descreve que uma pessoa só pode passar por uma conversão quando tem a única e exclusiva intenção de abraçar o judaísmo por ideologia, ou seja, por achar que esta é a religião correta a seguir conforme seu entender, sem segundas intenções. Na Halachá consta que, se uma pessoa deseja converter-se para enriquecer, para tornar-se eminente ou, até mesmo, com intenção de se casar, não se deve a princípio convertê-la. Portanto, conforme a Lei Judaica, antes de passar pelo processo de conversão, o Rabinato deve examinar cada caso para sentir se realmente é sincero.

Além disto, o candidato à conversão deve realmente tomar a firme decisão de manter as leis judaicas, não bastando apenas aceitar o judaísmo de coração, pois no judaísmo o que mais importa são as ações e não apenas as intenções. Antes de se converter, este já deve estar cumprindo as leis básicas do judaísmo para comprovar que as seguirá também posteriormente.

Com relação ao próprio processo de conversão, este deve ser feito por um Bet Din (Tribunal Rabínico) composto por três rabinos idôneos (que cumprem as leis judaicas à risca, logicamente), sendo estes conhecedores da Halachá a fundo.

Uma pessoa que passe por este tipo de conversão é considerada judia em todos os aspectos, igual a qualquer outro judeu de nascença e até mais; pois, conforme afirma Maimônides, um judeu de nascença é chamado de filho dos Patriarcas, Avraham, Yitschac e Yaacov; um verdadeiro convertido, porém, é considerado um filho de D'us. A Torá nos ordena tratá-lo com amor, sem reprimi-lo ou enganá-lo.

Uma pessoa, entretanto, que passa por uma conversão fictícia, por mais bem intencionada que seja, não pode ser considerada judia, não apenas conforme o chassidismo, mas conforme a Halachá; pois, no momento de uma conversão real, ocorre não somente uma mudança nos hábitos da pessoa, mas algo mais profundo: ela recebe uma alma judia. Isto só pode ocorrer quando a conversão é feita de acordo com a vontade do Criador das almas, a qual Ele expressou na Halachá por intermédio de Moshê.

Isto não quer dizer que uma pessoa que passou por outro tipo de conversão não seja benquista pela Halachá; muito pelo contrário, pode ser até que tenha as melhores intenções e seja uma ótima candidata, só que escolheu este caminho por falta de instrução.

Nossos sábios aprenderam a maioria das leis de conversão da história de Ruth, a moabita. Após sua sincera devoção e aceitação total do judaísmo, foi aceita pelo Bet Din, convertida e posteriormente desposou o então líder do povo judeu, Boaz. Entre seus descendentes, encontramos personalidades chaves de nossa história, como o rei David, o rei Shelomô (Salomão), e toda sua dinastia, até seu último herdeiro, Mashiach (Messias)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Bolo de fubá cremoso de liquidificador.

Ingredientes:

2 xícaras de açúcar
1 1/2 xícara de fubá
1 1/2 colher de farinha
2 colheres de manteiga
1 colher de fermento em pó
4 ovos
3 copos de leite
5 colheres de (sopa) de queijo parmesão
2 colheres (sopa) de requeijão cremoso

Modo de preparo:

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem até que se forme uma massa bem homogênea.
Unte uma forma e leve o mesmo ao forno até dourar bem.

Eterno amor.

ETERNO...
Um Sentimento verdadeiro não morre...
Por decepcionado que fique,
por machucado que seja,
 pode até esfriar ou adormecer...
 Mas tal como o vento,
 jamais deixa de soprar:
 um amor de verdade retém em si a própria
essência de tempo e do universo...
 É IMORTAL , É INFINITO É ETERNO.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O caso do Espelho

Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos: - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?
- Isso é um espelho - explicou o dono da loja.
- Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.
Os olhos do homem ficaram molhados.
- O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele ao comerciante.
O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.
- É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?
O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho. Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira. A mulher ficou só olhando.

No outro dia, esperou o marido sair para trabalhar e correu para o quarto. Abrindo a gaveta da penteadeira, desembrulhou o espelho, olhou e deu um passo atrás. Fez o sinal da cruz tapando a boca com as mãos. Em seguida, guardou o espelho na gaveta e saiu chorando.
- Ah, meu Deus! — gritava ela desnorteada. - É o retrato de outra mulher! Meu marido não gosta mais de mim! A outra é linda demais! Que olhos bonitos! Que cabeleira solta! Que pele macia! A diaba é mil vezes mais bonita e mais moça do que eu!
- Quando o homem voltou, no fim do dia, achou a casa toda desarrumada. A mulher, chorando sentada no chão, não tinha feito nem a comida.
- Que foi isso, mulher?
- Ah, seu traidor de uma figa! Quem é aquela jararaca lá no retrato?
- Que retrato? - perguntou o marido, surpreso.
- Aquele mesmo que você escondeu na gaveta da penteadeira!
O homem não estava entendendo nada.
- Mas aquilo é o retrato do meu pai!
Indignada, a mulher colocou as mãos no peito: - Cachorro sem-vergonha, miserável! Pensa que eu não sei a diferença entre um velho lazarento e uma jabiraca safada e horrorosa?
A discussão fervia feito água na chaleira.
- Velho lazarento coisa nenhuma! - gritou o homem, ofendido.

A mãe da moça morava perto, escutou a gritaria e veio ver o que estava acontecendo. Encontrou a filha chorando feito criança que se perdeu e não consegue mais voltar pra casa.
- Que é isso, menina?
- Aquele cafajeste arranjou outra!
- Ela ficou maluca - berrou o homem, de cara amarrada.
- Ontem eu vi ele escondendo um pacote na gaveta lá do quarto, mãe! Hoje, depois que ele saiu, fui ver o que era. Tá lá! É o retrato de outra mulher!
A boa senhora resolveu, ela mesma, verificar o tal retrato. Entrando no quarto, abriu a gaveta, desembrulhou o pacote e espiou. Arregalou os olhos. Olhou de novo. Soltou uma sonora gargalhada.
- Só se for o retrato da bisavó dele! A tal fulana é a coisa mais enrugada, feia, velha, cacarenta, murcha, arruinada, desengonçada, capenga, careca, caduca, torta e desdentada que eu já vi até hoje!
E completou, feliz, abraçando a filha: - Fica tranqüila. A bruaca do retrato já está com os dois pés na cova!

(Versão de conto popular de origem chinesa, por Ricardo Azevedo).

"O mundo é um grande espelho. Ele reflete de volta o que você é. Se você é carinhoso, se você é bondoso, se você é prestativo, o mundo se mostrará carinhoso, bondoso e prestativo para você. O mundo é o que você é".
Thomas Dreier

Um judeu bom, e cuidadoso da lei, é reconhecido em qualquer lugar.

Por Malka Touger.

Adam falou para seu amigo:

 “Está vendo aquele homem, eu me lembro dele sem a barba comprida.”


“É mesmo,” disse Rafi, “ele costumava nos ajudar na Escola Hebraica.”

“Uau, ele parece tão inteligente,” acrescentou Adam.

Rafi disse; “Isso me fez lembrar de algo que ele nos ensinou na Escola Hebraica. Quando os irmãos de Yossef foram até ele no palácio do faraó, ele os reconheceu mas eles não o reconheceram. Ele explicou que quando o venderam como escravo ele era adolescente. Agora ele tinha uma barba crescida que o deixava muito diferente.”

“A barba deixa a pessoa muito diferente,” concordou Adam. Ele pensou por um instante. “Mesmo assim, estou surpreso por ele ter mudado tanto que os irmãos de Yossef não o reconheceram, mesmo depois de falar com ele várias vezes. Até quando Yehuda argumentou para salvar Binyamin, ele não pensou que estava falando com Yossef.”

“Lembro que ele nos disse,” explicou Rafi, “que era difícil reconhecer aquele homem por causa da barba, mas ainda descobrimos. Porém, quando os irmãos foram ao Egito e viram um governador que estava dando alimentos a todas as pessoas famintas e que dirigia os assuntos econômicos do país, jamais ocorreu a eles que aquele poderia ser Yossef. Eles pensaram que Yossef estaria preocupado apenas com coisas espirituais, jamais poderiam imaginar que ele se envolvesse com negócios. Foi por isso que não o reconheceram.

“Porém, Yossef era muito mais instruído que seus irmãos. Yaacov tinha lhe ensinado toda a Torá que sabia. Isso ajudou Yossef a viver como um bom judeu embora morasse entre pessoas que estavam afastadas de D’us e eram perversas. Mesmo quando ele estava envolvido em compra e venda, sabia que ser justo e seguir os caminhos de D’us é o mais valioso.

Essa é uma lição para nós, disse Adam. “D’us deseja que um judeu se envolva nesse mundo, e que o transforme num local onde a presença Divina seja sentida. Devemos seguir o exemplo de Yossef. Mesmo quando Yossef estava envolvido em assuntos de negócios, sua vida não estava separada de D’us e da Torá.”

Chanucá, a Festa dos Milagres, a Festa das Luzes.

Era 25 de dezembro de 1938 – um dia de celebrações ao redor do mundo. Para muitos era Natal, para outros, Chanucá, a Festa dos Milagres, a Festa das Luzes.


Para a família Geier, judeus alemães, aquele dia de Chanucá era o dia em que o pesadelo e o medo iriam acabar. Era o dia em que a luz iria vencer a escuridão, pois deixariam para sempre a Alemanha, escapando às garras assassinas da Gestapo. Estavam prestes a recomeçar suas vidas. Os tão aguardados passaportes, com vistos tanto de saída da Alemanha quanto de entrada nos Estados Unidos, haviam chegado logo após aquela terrível noite que entrou para a história como a “Noite de Cristal”. Naquela noite os judeus da Alemanha haviam visto a que extremos podia chegar a fúria nazista: sinagogas foram incendiadas, lojas destruídas e pilhadas, muitos judeus foram feridos, outros mortos pelo simples fato de serem judeus.

O dia estava ensolarado, mas frio, enquanto o trem que os levaria para a Holanda saía da estação ferroviária em Berlim. Como estava lotado, a família Geier se viu forçada a dividir o compartimento de segunda classe com dois alemães de aspecto sisudo. “Sem dúvida, são arianos“, pensou o sr. Geier. Arnold, o filho de 12 anos, e sua irmã de 15, estavam quietos, sentados ao lado dos pais, pois sabiam que apesar de terem os documentos em ordem, só estariam a salvo após ter atravessado a fronteira.

Arnold ouviu sua mãe sussurrar, reconfortando o pai: “Não fique triste, D’us sabe a razão pela qual esta noite não poderemos acender as velas da chanuquiá”. O senhor Geier era um chazan de sinagoga, cumpridor devoto do judaísmo e de suas Leis. Sabia que salvar uma vida era mais importante do que qualquer outra mitzvá e estava tentando salvar sua família; mas mesmo assim tinha o coração apertado – em toda a sua vida nunca deixara de acender, uma única vez, as velas de Chanucá. Quase que instintivamente, levara consigo, guardadas cuidadosamente em sua bagagem de mão, uma pequena chanuquiá e algumas velas.

“Logo após o anoitecer”, conta Arnold Geier, “o trem reduziu a marcha e, resfolegante, adentrou por uma estação especial na fronteira entre a Alemanha e a Holanda. Nós nos preparamos espiritualmente para nosso derradeiro encontro com a polícia alemã nazista e a Gestapo. Faltavam apenas mais alguns quilômetros e tudo aquilo seria passado, ficaria para trás. Uma vida nova se iniciaria, sem medos, sem perseguições“.

“O trem ficou parado na estação e todos observavam enquanto a polícia da fronteira e a Gestapo comparavam cuidadosamente as listas de passageiros, preparando-se para examinar os passaportes e documentos de todos”, relembra Arnold. “Apesar de nossos documentos estarem em ordem, na Alemanha nazista nada era garantido para um judeu. Quando um pequeno grupo de oficiais, vestindo os uniformes da SS, subiu no trem para iniciar a inspeção, vi a tensão crescer em meu pai, o suor banhando-lhe a testa. Fiquei com muito medo, apertando a mão de minha irmã, que tremia “.

“Mas, de repente, sem nenhum aviso, todas as luzes da estação e do trem se apagaram”, continua. “Muitos acenderam fósforos, que levavam consigo, e na noite escura seus rostos ficaram iluminados de forma estranha, uma visão fantasmagórica. Uma sensação de terror cada vez mais forte apertava minha garganta, sufocando-me“.

Na confusão, o senhor Geier levantou-se, procurou sua bagagem e tirou as 8 pequenas velas que tinha levado, pegou um fósforo e acendeu a primeira delas. Usando essa vela, aqueceu o fundo das outras e alinhou-as, todas, no parapeito da janela de nosso vagão. Sem mover os lábios, recitou as bênçãos de Chanucá e acendeu as velas. “Pela primeira vez naquele dia, um sorriso apareceu no seu rosto”, lembra, emocionado, Arnold.

Então alguém gritou, “Olhem, há uma luz ali!” A polícia da fronteira e os oficiais da Gestapo logo acorreram até o compartimento dos Geier. Estavam contentes de não ter que interromper a inspeção pela inesperada falta de luz. Um deles até agradeceu o senhor Geier por ser tão cuidadoso ao ponto de se prevenir com um pacote de “velas para viagem”. Usando a luz das velas, passaram a inspecionar os documentos. Uma meia hora se passara quando, de repente, as luzes se acenderam de novo. Os oficiais agradeceram mais uma vez ao sr. Geier e, satisfeitos de não ter perdido tempo, saíram para terminar seu trabalho nos outros vagões.

“Estávamos salvos, o perigo tinha passado”, lembra Arnold. “Uma sensação de alívio tomou conta de nós e meu pai disse algo que nunca vou esquecer: ‘Lembrem desse momento: como nos tempos dos Macabeus, um grande milagre aconteceu aqui!’ “.

Baseado em True Stories: “Holocaust Miracle”

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Preze seu marido (capítulo 01).

Querida filha!

Procure prezar muito seu marido. Saiba que ele é o presente mais precioso que D-us, bendito seja, lhe deu. Assim, se você o respeitar e sempre lhe mostrar um semblante alegre, um intenso afeto por você entrará em seu coração, e ele a amará de todo o coração e com toda a alma. Pois o homem, por natureza, gosta de entrar num lar aconchegante e encontrar uma esposa que o estima muito e o recebe com um sorriso amoroso. Então, imediatamente, ele se torna afável, e o amor e a alegria penetram em seu coração, aproximando-o espiritualmente da esposa.
Portanto, querida filha, trate de receber sempre seu marido com um semblante alegre, demonstrando-lhe seu afeto. Especialmente quando ele volta do trabalho, cansado e abatido pelo serviço e pelo trajeto, mostre-lhe seu amor e grande estima. Ainda que você também tenha tido um dia difícil, por causa das crianças ou dos vizinhos, e deseje dizer-lhe tudo, espere e não lhe conte nada nesse instante. Apenas o receba com um sorriso, afeição e estima. Então você verá que ele reagirá dirigindo toda sua atenção para você e querendo-a muito bem.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Beijos- de Chanucá.

Ingredientes
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 3 a 4 xícaras (chá) de farinha de trigo até dar ponto
Preparo
Misturar tudo e amassar. Fazer bolinhas de 4 cm de diâmetro. Fritar em bastante óleo bem quente.
Ingredientes da Calda
  • 1 xícara (chá) de chocolate em pó
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de leite
Preparo
Ferver tudo. Mergulhar cada bolinha nessa calda.
Cobertura
  • 200 g de coco ralado
Preparo
Depois de mergulhada na calda, passe cada bolinha no coco.
Rendimento: 40 bolinhas

Como Acender a Chanukiyá.

26-11-2013.
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Uma Chanukiyá tem oito braços numa fila reta de igual altura. O shamash (vela auxiliar), usado para acender a Chanukiyá, é colocado mais alto ou à parte das outras. Uma Chanukiyá que funcione com eletricidade pode ser usada como decoração de Chanucá, mas não cumpre a mitsvá (conexão com D’us) de acendimento da Chanukiyá.
Parte da mitsvá de Chanucá é a divulgação do milagre de Chanucá, portanto colocamos a Chanukiyá no batente oposto à mezuzá, ou numa janela, claramente visível do lado de fora. Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Chanucá, uma Chanukiyá com azeite é especialmente significativa.
Na primeira noite de Chanucá, reúna a família para o acendimento da Chanukiyá. Antes de acender, recite a bênção apropriada. Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da Chanukiyá.

Na segunda noite, acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Chanucá, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita. As velas devem arder durante pelo menos meia hora.
Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida. Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.
A luz da chanukiyá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.
Acendimento na véspera e após o Shabat
Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Chanucá pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat, o sagrado dia de repouso, é proibido acender uma chama). A chanukiyá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer. No sábado, as velas de Chanucá somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdalá é recitada.
Luzes, velas, ação!
Primeiro, acende-se o shamash, depois pronuncia-se as seguintes bênçãos:
1. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá.
2. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.
Na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.
Em seguida, acendem-se as velas da chanukiyá com o shamash, da esquerda para a direita. Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanukiyá de modo que fique mais alto do que as chamas da chanukiyá, e recita-se:

Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir'otan bilvad, kedê lehodot ul'halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.
Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

25 de novembro – Dia Internacional de combate a Violência contra a Mulher.

QUEM BATE EM MULHER, MACHUCA A FAMÍLIA INTEIRA.


A violência doméstica faz muitas vítimas. Quando uma mulher é agredida, ela sofre, os filhos sofrem.
A insegurança e o medo atingem a todos. Pense nisto!


MAPA DA VIOLÊNCIA 2012

- De 1980 a 2010, foram assassinadas no país perto de 91 mil mulheres no Brasil, 43,5 mil só na última década. O número de mortes nesses 30 anos passou de 1.353 para 4.297, o que representa um aumento de 217,6% – mais que triplicando – nos quantitativos de mulheres vítimas de assassinato.
- Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.
- Machismo (46%) e alcoolismo (31%) são apontados como principais fatores que contribuem para a violência.
- 94% conhecem a Lei Maria da Penha, mas apenas 13% sabem seu conteúdo. A maioria das pessoas (60%) pensa que, ao ser denunciado, o agressor vai preso.
- 52% acham que juízes e policiais desqualificam o problema.
- O medo continua sendo a razão principal (68%) para evitar a denúncia dos agressores. Em 66% dos casos, os responsáveis pelas agressões foram os maridos ou companheiros.

Fontes: Site Instituto Patrícia Galvão/Imagem—Google/ Instituto Sangari

O QUE É VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?


Lei Maria da Penha—nº11.340/2006(DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER)

Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
 I – a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

III – a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

IV – a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Psiu.....


Você mesmo, que está aí olhando...
Que tal uma paradinha para refletir... e refletir sobre você ...
Pensar em tudo de bom que existe aí dentro desse coração!
Saiba que você é uma pessoa maravilhosa, capaz de fazer muita coisa boa, útil e expressiva,
e que no seu coração estão guardadas coragem e confianças suficientes para realizar seus desejos.
Mas não se esqueça, de buscar em cada minuto de seus dias, motivos de alegria e esperança,
não se importando com as situações adversas que aparecem.
Você deve escolher ser feliz e tornar isso possível, com pensamentos positivos,
não perdendo nunca o entusiasmo pela vida e pelo amor, mas principalmente,
tendo a certeza de que D'us sempre abençoa quem ama e quem faz da vida um prazer.
Um dia maravilhoso com muita Paz para todos!

Vamos viver tudo que há pra viver ♪



Eu te desafio a reclamar menos do que não dá certo. E a sorrir a cada pequena conquista. A, ao invés de olhar sempre para a própria vida, virar um pouco a cabeça e enxergar o outro. A saborear cada passo e não te preocupar somente com a meta final. A, por mais que as coisas fiquem nebulosas, não endurecer. A entender que certos vazios fazem parte do processo. A não esquecer das delicadezas que importam tanto. A lembrar sempre que todo mundo tem uma força que só aparece na hora do aperto. E a se deixar enfraquecer às vezes. A ter consciência que ninguém está aqui por acaso e que precisamos ter objetivos concretos na vida. E a aceitar que nem sempre descobrimos quais são esses objetivos cedo. A nunca desistir de tentar e a não se esconder no primeiro não. A entender que sonhos são fundamentais para a nossa sanidade mental. E a não esquecer de quem nos acolhe.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Tehilim 100.2 - APRESENTAI-VOS COM CÂNTICOS DIANTE DELE E SERVI-O COM ALEGRIA.


Quando uma pessoa está triste, nega a unicidade de D’us. Nega que tudo é ligado e controlado pela Providência Divina. Os sábios declaram que uma pessoa enfurecida é considerada uma idólatra. Mas qual é a relação entre a fúria e a idolatria?
Enfurecer-se, é uma falta de controle de seus impulsos. Uma pessoa encolerizada nega que, tudo que acontece vem de D’us. A pessoa que tem a consciência da Providência Divina, não deixa espaço para a cólera, depressão ou a tristeza.

O Arizal, grande cabalista, diz que, segundo a Torá, as pessoas tristes serão submetidas a terríveis punições, "pois você não serviu a D’us com alegria e com o coração feliz" (Deuterônimo, 28:47). Isso quer dizer que faltou "simchá", alegria, ao serviço divino; as pessoas não o serviram com vitalidade e energia, nem com apego a D’us, resultado da alegria em servi-Lo. Quando uma pessoa é alegre e cheia de energia, é capaz de combater sua má inclinação, seu yetzer hará. Mas, quando a pessoa está triste, perde sua energia e mesmo sendo forte espiritualmente, o yetzer hará poderá facilmente dominá-la.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Sem amor eu nada seria.

Ainda que eu falasse a língua dos homens 
e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;
Que conhece o que é verdade;
O amor é bom, não quer o mal;
Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

Ainda que eu falasse a língua dos homens 
e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade;
Tão contrario a si é o mesmo amor.

Estou acordado e todos dormem todos dormem, todos dormem;
Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;
Que conhece o que é verdade.

Ainda que eu falasse a língua dos homens
e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O tempo passa....

“O tempo passa. O fôlego retorna. Parece milagre, mas as sementes de cura começam a florescer nos mesmos jardins onde parecia que nenhuma outra flor brotaria. A alma é sábia: enquanto achamos que só existe dor, ela trabalha, em silêncio, para tecer o momento novo. E ele chega...

(Mateus 6 24-33)



 «Ninguém pode servir a dois senhores; pois ou há de aborrecer a um e amar ao outro, ou há de unir-se a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a D'us e às riquezas. Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos da vossa vida pelo que haveis de comer ou beber, nem do vosso corpo pelo que haveis de vestir; não é a vida mais que o alimento, e o corpo mais que o vestido? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta; não valeis vós muito mais do que elas? Qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um cúbito à sua estatura? Por que andais ansiosos pelo que haveis de vestir? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam, contudo vos digo que nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Se D'us, pois, assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Assim não andeis ansiosos, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois os gentios é que procuram todas estas coisas); porque vosso Pai celestial sabe que precisais de todas elas. Mas buscai primeiramente o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.»:
 (Mateus 6 24-33)
 

domingo, 10 de novembro de 2013

O sentido da minha vida.

Nova Aliança SP: 05-11-2013.

“Eu sou feliz, por mais que não pareça, sempre guardo um restinho de felicidade. Não importando, se ela é de alguma lembrança ou pelo sorriso de alguém. Ser feliz, não é apenas ter o amor desejado, ser feliz é saber que cada momento da sua vida é importante.
Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.


Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.

Não sigo o Judaísmo impulsionada por alguém,por ser viável para mim ou por me trazer algum benefício.Tenho o Judaísmo como fé por amor ao povo do Eterno,seus princípios e por ficar maravilhada todas as vezes que leio Sua Santa Torá''.


O Judaísmo é a "menina dos olhos de Hashem!" 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A linguá é uma arma perigosa ....

Shalom shalom
- A linguá é uma arma perigosa ........ porém a má linguá , entrega o seu próprio condutor ....
Todah YHWH !!!
Tehilah 34:13 Diz
- 13 Resguarda a tua língua do que é mau, E teus lábios de falarem engano.
- Mishiley 15:04 Diz
- 4 A calma da língua é árvore de vida , mas a deturpação nela significa quebrantamento do espírito.
- Veja : Aqui se compará a Calma da Linguá como Árvore da Vida ( Etz Chaiym )
- Tehilah 39:01
- 39 Eu disse: “Vou vigiar os meus caminhos Para me guardar de pecar com a minha língua. Vou pôr uma mordaça como guarda à minha própria boca
Enquanto houver um iníquo na minha frente.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Uma outra palavra hebraica para designar bênção é Chesed.



Chesed quer dizer o amor leal de D´us e a Sua bondade para conosco. Esta palavra cheia de amor podem ser encontradas no livro de Rute cap. 2:4, quando Boaz abençoa os seus funcionários com "O Senhor esteja convosco." ao que eles respondem "Que D´us lhe abençoe", e no mesmo cap. 2:19-20 e cap.3:10. Naomi abençoa Rute e Boaz, Boaz abençoa Rute. 

Portanto devemos abençoar a todos, ministrando palavras abençoadas com o coração sincero (isso também se refere aos nossos inimigos, pois a nossa benção sobre eles, cancela o decreto do maligno sobre nossas vidas e na deles). 

Deveríamos desenvolver com mais intensidade o hábito de abençoar, e desta maneira, estaremos revelando às pessoas do mundo, a compaixão, a misericórdia, o amor e bondade de D´us. Afinal, fomos chamados para sermos luz no mundo. "Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5:16).

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Um dia você volta pro lado de cima.

"Uma coisa é fato: o mundo dá voltas. E voltas largas, decisivas, que mudam tudo. Tal informação pode ser vista de duas maneiras: como um ponto de esperança ou um aviso de cuidado. Culpa de quem? Culpa do tempo! Dele e das nossas decisões, movidas pelo que nós somos..E por um dedo grande e milagroso de D'us que sempre nos ajuda a nos levantar. Por destino ou não, uma hora as coisas mudam de lugar. Por isso o valor da persistência. Por isso a importância de se preservar aquilo que se é, de cuidar do que e de quem se tem; Num dia você tem, em outro você precisa. E é assim sempre! O que é pra ser, vai ser. Se o mundo dá voltas, agarre-se e dê as voltas junto com ele. Acompanhe o percurso, não se deixe cair. E mesmo se cair, não tem problema. Segure-se de novo, um dia você volta pro lado de cima"...

Viver sem medo.

-" O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas amar tudo que você tem. Valorize o que você tem, dê valor as pessoas que realmente gostam de você. Dê mais ênfase as coisas alegres minimizem a tristeza. “A dor é inevitável, sofrimento é opcional”. Não sofra por aquilo que ainda nem aconteceu, talvez o problema nem seja tão grande quanto pensamos. E se grande ele for, tenha a humildade de admitir que precisa de ajuda. Desabafe, escute o que outras pessoas tem a lhe dizer, peça um abraço.
Perdemos muito tempo nos preocupando com fatos que, muitas vezes só existem em nossa mente. Não dê tanta importância a coisas tão banais. Brigue menos, discuta menos, evite estresses. Tudo, tudo é passageiro, nada vai permanecer para sempre. Não tente entender as pessoas ou que elas fazem, apenas as aceitem da maneira que são. Ninguém é perfeito. Entenda que assim como você, os outros também possuem defeitos e estão passivos a erros"...

Obrigada HaShem

Hashem
Perdão por ter perdido tanto tempo evitando a Ti.

 Fugindo da Tua presença, evitando o amor que queria entregar a mim ...
 Não imaginava como seu amor era infinito, como teus planos eram verdadeiros
 e puros com minha vida. Minha vontade as vezes parecia certa aos meus olhos,
 mas de repente o Senhor me mostrou o caminho a seguir.
 Me mostrou que nada daquilo que "via" e planejava era a melhor opção,
 seus planos eram maiores e melhores do que imaginava. Agora estou aqui!
 E me sinto orgulhosa por ser chamada de ovelha do seu imenso rebanho!
 Hashem, derrame sobre mim a Tua Vontade, derrame a sabedoria que preciso
 para continuar contigo. Sei que estar aqui não é fácil,
 ninguém disse que seria,
 mas eu quero! Anseio! Preciso de Ti!
Simplesmente quando tudo dizer que não, vou crer e dizer: - Te Amo Hashem, a minha confiança está em Ti...

Nada é bom para sempre.

Nada é bom para sempre, 
nada é ruim eternamente.
 Dias bons e ruins irão nos acompanhar
 até o último dia de nossas vidas.
 O grande questionamento é: 
como viver esses dias? 
O que fazer com eles? 
Como suportar medos e conflitos? 
Simples: vivendo. 
Não é sobrevivendo, é vivendo mesmo.
 Precisamos fazer o que podemos fazer.
 Nem mais, nem menos. Temos que encarar medos,
 sustos, passado, angústias, desamores e seguir. 
Encontrar algo que estimule e procurar viver da melhor forma que conseguirmos. Não dá para se achar mártir, não dá para desistir, não dá para pensar que nada tem jeito. As coisas têm sim, jeito. Talvez não aquele que queremos, sonhamos ou desejamos. Mas tudo tem uma saída. Nossa grande missão é achá-la.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Zohar, Bereshit 236b



Rabi Abba ensina que o segredo mais exaltado da Torá é o segredo contido nos entendimentos recônditos do Brit. Estes segredos são revelados apenas para aqueles que temem o pecado.

Zohar, Bereshit 236b
rabino Abba explicou o verso: "O segredo de Hashem é revelado para aqueles que o temem, para dar a conhecer a eles Sua Brit", "O segredo de Hashem," é a mais (Salmos, 25:14). segredo exaltado da Torá que D'us só concede àqueles que temem o pecado. Para aqueles que temem o pecado, Deus revela o segredo mais exaltado da Torá. E qual é o segredo mais exaltado da Torá? É (o segredo de) o sinal da santa Brit, que é chamado o segredo do Eterno - este é o Brit santo.

Assim penso hoje!!

Nova Aliança SP: 01-10-2013.



As lágrimas que deixei cair, foram muitas vezes por desconhecer 
a fé, por medo de sucumbir.
E no caminhar fui regando a vida com algumas lágrimas que 
pelo caminho foram germinando sementes, as sementes da coragem, 
da força, do entendimento e da perseverança.
Hoje as sementes estão fortalecidas e me deram a certeza
de que tudo a seu tempo e a paciência é parte integrante do caminhar.
Já não tenho mais o medo, nem a falta da fé porque HaShem,
carregou-me em seus braços e mostrou-me o poder
da superação e da modificação.
Valeu a pena cada lágrima, valeu a pena cada minuto do aprendizado,
porque hoje sei que tudo está certo nada está fora do contexto de HaShem.
Se hoje chorar, amanha com certeza terei muito para sorrir.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Pedido.

Que não tenhamos medo do adversário, 
antes tenhamos medo de perder o 
Temor para com o Eterno e com isso nos
 tornarmos presa fácil do Adversário.
 O adversário não começa agir hoje ou ontem,
 ele espera ele mina pouco a pouco.
 Mais antes que ele possa desferi seu golpe 
mais perniciosos estejamos preparados,
 atentos na pratica da palavra.

Feriado e Costumes Judaicos.


Hoje à noite, Shemini Atzeret e amanhã à noite Simchat Torá, dançamos com a Torá. Aparentemente, tanto o feriado e o costume parecem fora de lugar! A Torá nos foi dada em Shavuot há alguns meses. Por que comemorarmos Simchat Torá agora? Concluímos a leitura de toda a Torá e a recomeçamos novamente em Simchat Torá. Mas por que não fazer isso em Shavuot ? Além disso, por que nos alegramos em dançar com a Torá? A Torá existe para que a estudemos. Por que não nos alegramos em estudá-la a noite toda?
Quando a Torá nos foi dada pela primeira vez, Moshé as quebrou. Posteriormente, ele implorou que Hashem perdoasse o povo judeu pelo pecado do bezerro de ouro. No Yom Kippur, Hashem nos perdoou totalmente e Moshé voltou pela segunda vez com as Tábuas. Junto com estas, foi nos dada uma visão muito mais profunda da Torá. A partir deste momento, passamos a celebrar Simchat Torá quando concluímos o seu ciclo de leitura e o recomeçamos a partir de Bereshit. Na verdade, Yom Kippur deveria ser a legítima comemoração de Simchat Torá, mas como é um dia de jejum e expiação , a celebração vem logo em seguida.
A nossa conexão com D's se estabelece através da Torá em diferentes níveis. Nossas mentes estão ligadas à vontade de Hashem pelo estudo da Torá. Este é o vínculo que faz com que celebremos Simchat Torá. Alegramo-nos com todo o nosso ser que se expressa através da dança . Ao dançarmos nos tornamos todos iguais pois a essência de cada judeu é a essência da Torá.
Durante a guerra do Yom Kippur , o Rebe levantou a questão de como poderíamos nos alegrar enquanto nossos irmãos estavam em perigo? Ele explicou que estando no “tempo” da Torá, a nossa alegria traria a proteção de D's aos judeus em Israel. A alegria é sempre uma embarcação para bênçãos e proteções , seja contra o mal ou o sustento e bem-estar. Isto é especialmente verdadeiro em tempos difíceis, quando a alegria traduz a nossa expressão de fé e a esperança de que tudo ficará bem.
Neste Shabat abençoamos o mês de Cheshvan e lemos a parashá Bereshit , a narrativa da criação. Sendo este o primeiro Shabat regular do ano, e a primeira parashá da Torá e da história da criação, a forma como nos conduzimos neste Shabat nos dará a diretriz para todo o ano. Ao entrarmos neste Shabat imediatamente após os dois dias de alegria com a Torá, o fazemos com um imenso potencial para que tenhamos um ano alegre e festivo.
Chag Sameach e Shabat Shalom.

Acendimento das velas:

Shemini Atseret (hoje à noite)

RJ - 17h29
SP - 17h45

Simchat Torá (amanhã à noite)

RJ - após 18h23 (com uma pré-chama)
SP - após 18h37 (com uma pré-chama)

Shabat

RJ - às 17h29 (com uma pré-chama)
SP - às 17h46 (com uma pré-chama)

Avdalá (após o Shabat)

RJ - após 18h24
SP - após 18h38


Parashá - Bereshit

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Faz de conta que deu certo.

Nova Aliança SP: 20-09-2013.

Faz de conta que o céu tá bonito, que a saudade é pequena e que a fé é muita. Faz de conta que a dor foi-se embora. Faz de conta que ama e que é amada. Faz de conta que nada mais sangra, que o sonho não acabou e que o riso é constante. Faz de conta que num piscar de olho a gente constrói o que a gente quiser. Faz de conta que o amor é tanto que corre das veias e chega a sobrar. Faz de conta que a inocência ainda existe e tá pertinho da gente. Faz de conta que as pessoas que a gente gosta apareçam em sonho. Faz de conta que o fio da vida é longo e que nele cabe a eternidade. Faz de conta que as cantigas ocupam o lugar do choro. Faz de conta que a gente consegue desatar os nós de marinheiro que a vida dá. Faz de conta que não é preciso inventar.