sábado, 28 de março de 2015

Definição judaica de amor. (Revista Morashá.)

O amor, segundo o judaísmo, é medido pelo que queremos fazer por outra pessoa – quão disponíveis somos, quanto de nós estamos dispostos a dar e a sacrificar. O casamento significa abrir espaço dentro de si próprio para deixar o outro entrar. Mas quando a pessoa ama a si mesmo em demasia – quando ela deseja estar apenas consigo mesma – ela não pode esperar que seu casamento dê certo. É o amor o que abre espaço para o outro ser parte de nossa vida. O verdadeiro amor não é egoísta; pelo contrário, ele se manifesta quando a pessoa se esquece de si – esquece aquilo que quer ou que a incomoda – e pensa no outro.
"Por isso as vezes até podemos nos deixar trair pela ansiedade... as vezes podemos até nos deixar pelo egoismo .... mas sempre devemos nos inclinar a pessoa amanda ... e esperar o tempo dela... e só assim viver um grande amor. "

A Torá nos ensina que os casamentos são “combinados” nos Céus. Diz o Talmud (no tratado Sotá 2a): “Quarenta dias antes da concepção é decretado nos Céus que a filha desta pessoa está prometida ao filho daquela outra”.
Fonte: Revista Morashá.

Luiz Gomes Hohenzoller.

Danete Caseiro!

4 colheres de sopa de maisena
6 colheres de sopa de chocolate em pó
1 gema
1 l de leite
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite


MODO DE PREPARO

Misture a maisena, o chocolate, a gema e acrescente ao poucos o leite mexendo sempre
Adicione o leite condensado e mexa bem
Leve ao fogo mexendo sempre até engrossar
Retire do fogo junte o creme de leite e misture até homogeneizar o creme
Leve para a geladeira por 1 hora

sexta-feira, 20 de março de 2015

Qual a razão de uma mulher judia casada cobrir seu cabelo?


Qual a razão de uma mulher judia casada cobrir seu cabelo com uma peruca, e por que é permitido o uso da peruca se esta pode vir a ser igual ou até mais atraente que seu próprio cabelo? Gostaria também de saber em qual passuk da Torá encontra-se esta mitvá.

RESPOSTA:

Muita gente se faz estas mesmas perguntas: Por que é permitido usar peruca se esta pode ser confundida com cabelo, e mais ainda; muitas vezes é até mais bonita que o próprio cabelo da pessoa?

Muitos pensam que o único motivo de cobrir a cabeça é mostrar para os outros que se é casada. Outros pensam que o objetivo é fazer a mulher menos atraente. No entanto, esta mitsvá vai muito além disso.

Os objetos mais valiosos são geralmente os mais bem guardados e escondidos. Os tesouros são enterrados; as jóias e outros valores, guardados em cofres. Mais ainda: a mezuzá é envolta em uma caixa, assim como os tefilin e o rolo da Torá, que além do manto recebe uma proteção adicional ao ser guardada no Aron Hacodesh, e assim por diante. 

Da mesma forma, quando D'us criou a mulher, criou-a colocando seu valor em seu interior, e não em seu invólucro. Mas por ser bela e atraente, sensível e conectada tão forte e diretamente com Sua fonte, D'us encontrou uma maneira de protegê-la de olhares ou tornar-se um objeto de cobiça ou de maus pensamentos. Ao casar e receber as bênçãos de kedushá ( Santificação em baixo de uma chupá durante o casamento judaico), seu status muda e agora ela pertence a um único ser que é sua alma gêmea: seu marido. Para ele sua mulher é a pessoa mais preciosa; seu maior tesouro. Por estas razões, a mulher cobre seu cabelo após casar. Para demonstrar seu estado de comprometimento com um único homem com quem é casada, e não atrair a atenção de outros homens sobre si por questões de tseniut, modéstia, o uso da peruca passa a ser um elemento essencial, indicando seu status e seu valor.

Mais do que um lembrete para os outros, a cobertura da cabeça relembra a própria mulher do fato de ser casada. O importante é que o cabelo esteja coberto, não importando se por cima dele há uma bela peruca; é tão importante sentir-se bonita para seu marido, quanto para si mesma. 

O Rebe de Lubavitch, Rabi Menachem M. Schneerson (1902-1994) incentivou o uso da peruca por ser discreto e cobrir bem os cabelos, mais que o uso de lenços e outros acessórios que geralmente escorregam deixando o cabelo à mostra.

O passuk que se refere a cobertura do cabelo na Torá diz respeito as leis de sotá, ou seja, uma mulher que se desviou do caminho correto e foi vista entrando em um local fechado apenas com outro homem, que não seja seu marido. Ela era então levada para o Bet Hamicdash, descobria-se seu cabelo e seu dorso, e então ela bebia uma água na qual estava misturado um papel com o nome de D’us, e de acordo com a reação era provado se ela de fato teve relações proibidas. A Torá diz que seu cabelo era descoberto, e isto era uma ação humilhante. Daqui nossos Sábios aprendem que os cabelos da mulher deveriam estar sempre cobertos. "O Sacerdote porá a mulher de pé diante de D’us e desmanchará seu cabelo" (Números 5:18).

Conta-se sobre Kimhit, uma mulher temente a D’us, que era extremamente zelosa com esta mitsvá. Nem mesmo as paredes de sua casa jamais "viram" uma única mecha de seus cabelos. Por este zelo e em seu mérito ela viu seus sete filhos serem consagrados como Cohanim-Gdolim, Sumos-Sacerdotes.

Há ainda motivos cabalísticos para cobrir os cabelos. Sabemos que ao cumprir esta importante mitsvá, a mulher atrai bênçãos de saúde e prosperidade ao seu lar, sua família e especialmente na educação de seus filhos. 

No entanto, o essencial para quem cumpre cada mitsvá é que esteja cumprindo simplesmente pela razão única de ser um mandamento Divino; às vezes, acima da lógica e da nossa limitada percepção física, pois o efeito espiritual das mitsvot supera nossa compreensão. 

Não sabemos dimensionar a verdadeira proporção e efeitos de nossas mitsvot neste mundo, apenas que elas afetam nossa vida e daqueles a quem mais amamos. Mas sabendo, no mínimo, que isto verdadeiramente ocorre, certamente faremos o máximo para vê-las realizadas e o mais breve possível.

domingo, 15 de março de 2015

Brit Milá

Circuncisão o que é?
O Brit Milá é um preceito positivo da Torá na qual D'us ordena realizar a circuncisão de todo menino judeu. É um dos rituais mais sagrados e como é efetuado sem a consciência da criança, significa um ato de fé acima da lógica, mantido através das gerações; é sinônimo de uma aliança viva e eterna entre o homem e D'us.
O primeiro
Brit Milá é o sinal especial que tem distinguido o judeu dentre as nações, desde quando o patriarca Avraham circuncidou a si mesmo e a todos os de sua casa, por ordem Divina, na idade de 99 anos.
Quando Yishmael, o primeiro filho de Avraham, fez o Brit milá, já possuía 13 anos, estava completamente capacitado a compreender este mandamento. Estava orgulhoso de sua decisão em submeter-se racionalmente a um preceito de D'us. Sua aceitação do Brit Milá estava limitada à razão.
Yitschac, por outro lado, nasceu um ano após ter sido ordenado a Avraham fazer o Brit e foi circuncidado com apenas oito dias, um bebê sem o desenvolvimento intelectual.
Lei Judaica
Pela Halachá, Lei Judaica, um judeu deve circuncidar seu filho no oitavo dia após o nascimento, quando sua faculdade da razão ainda não está desenvolvida. Isto significa que um judeu está ligado e comprometido com D'us o mais cedo possível, de um modo absoluto e abrangente, que transcende sua razão e percepção.
Shalom Zachor
Na primeira sexta-feira após o nascimento de um filho, é feita uma cerimônia conhecida pelo nome de Shalom Zachor, traduzido como boas vindas e agradecimento a D'us pelo nascimento do bebê. Recebe na verdade esta designação por ser no Shabat, (também conhecido como Shalom, paz), quando nos reunimos para saudar o recém-nascido (Zachor).
Costuma-se convidar amigos para celebrar a chegada do novo membro logo após a refeição de Shabat à noite, quando então servem-se alimentos e bebidas além do prato essencial desta noite: grão-de-bico, conhecido como arbis ou nahit, que simboliza luto. Por que luto em uma ocasião tão festiva?
Para lamentar o fato de que ao nascer, a criança esqueceu a Torá que estava aprendendo no útero materno. Este aprendizado inicial da Torá lhe dá, mais tarde, a capacidade de adquirir o conhecimento e a sabedoria de D'us, por si mesma.
O dia do Brit Milá
O Brit é executado no oitavo dia subsequente ao nascimento da criança. Por exemplo, se a criança nasceu no domingo (do pôr-do-sol de sábado até o pôr-do-sol de domingo) o Brit é realizado no domingo seguinte. Isto se aplica mesmo quando o oitavo dia cai num Shabat ou em algum Yom Tov (desde que o nascimento tenha sido de parto normal —caso tenha sido de cesariana, o Brit é adiado para o dia seguinte).
A circuncisão é realizada através de um "Mohel", homem temente a D'us, cumpridor dos preceitos judaicos e versado na prática da circuncisão, conforme as leis da Torá.
É o Mohel que decide se a criança está apta ou não a ser circuncidada. Se decidir que ela não está fisicamente capacitada a se submeter à circuncisão no tempo prescrito, por estar com icterícia, se encontrar abaixo do peso mínimo exigido (kg) ou algum outro problema, o Brit é adiado. Uma vez atrasada a cerimônia, ela não poderá ter lugar num Shabat ou em um Yom Tov, mas deverá ser realizada na primeira oportunidade.
Sempre que praticável, o Brit deve ser realizado pela manhã como sinal de nossa urgência em cumprir uma mitsvá, a vontade de D'us. Nunca deve ser realizado à noite.
Não se costuma convidar as pessoas para o Brit, mas simplesmente informá-las sobre a hora e o local, pois não seria apropriado que elas declinassem de um convite para um evento, no qual Eliyáhu, o profeta, estará presente.
O Profeta Eliyáhu
Na cerimônia de cada Brit Milá o Profeta Eliyáhu é uma visita ilustre que traz muita honra.
Há muito tempo, um dos reis de Israel, influenciado por maus conselheiros, aboliu a cerimônia da circuncisão. Eliyáhu, que vivia naquela época, clamou então a D'us relatando que o povo de Israel havia abandonado Sua valiosa aliança. A partir de então, D'us o instruiu a estar presente e a testemunhar todas as circuncisões. Por esta razão uma cadeira especial é designada em honra ao Profeta Eliyáhu, em cada Brit Milá.
O Mohel
Embora a Torá aponte o pai para circuncidar seu filho, o Brit é geralmente feito por um Mohel, pois a maioria dos pais não está qualificada para executar tal ato. O homem escolhido para fazer o Brit deve ser observante e temente a D'us, e estar adequadamente habilitado e treinado. A circuncisão realizada através de um cirurgião judeu, mas que não seja um Mohel, adulterará inteiramente o significado do Brit Milá, pois este ato é o elo espiritual que liga a criança a D'us.
Sandec, Kvater e outras honras
Juntamente com o Mohel, o Sandec, a pessoa que segura a criança durante a circuncisão, deve ser alguém de grande estima da família e da comunidade.
O dia do Brit Milá é visto como uma festa para o Sandec, tal como para o pai e o Mohel. Geralmente, um casal (de noivos ou casados) é escolhido para servir de Kvater (aqueles que trazem a criança para o aposento onde o Brit terá lugar).
A mulher toma a criança dos braços da mãe e por sua vez a entrega ao homem que a levará para o aposento. Ele ou ainda outro homem coloca então a criança sobre a cadeira reservada ao Profeta Eliyáhu. A tradição nos diz que ao dar a honra de ser Kvater a um casal ainda sem filhos, confere-se a este uma bênção especial para que se torne fértil e tenha seus próprios filhos.
Em seguida, o pai coloca o bebê no colo do Sandec. Depois que o Mohel executa a circuncisão, mais dois homens podem receber honras especiais: um, a de segurar a criança, enquanto o outro recita a bênção e a prece especial onde em seguida é anunciado a todos o nome judaico da criança. Na refeição que se segue é costume acender velas em honra da Simchá, porém, nenhuma bênção especial é recitada.
No Bircat Hamazon, Bênção de Graças recitada após uma seudat mitsvá, refeição festiva, vários pedidos são acrescentados para o bem-estar do nenê recém circuncidado, por seus pais, o Sandec e o Mohel.
Através do Brit Milá um menino se identifica como judeu logo no início de sua vida e permanece, por toda ela, ligado à sua Fonte.

sábado, 14 de março de 2015

Shabat Shalom.

Para meditar : Kohelet 3: 01
01 Para tudo há um tempo determinado,sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus:
- precisamos respeitar isso !
- Não se pode fazer a inversão dos tempos : e querer envelhecer antes de ser criança ! Isso quer dizer ordem dos tempos !
Existe uma outra questão : kohelet
3:15
15 O que veio a ser, já tem sido, e o que virá a ser, já veio a ser; e o próprio [verdadeiro] Elohiym continua a procurar aquilo pelo qual há empenho.
 ( kohelet 1: 9 Aquilo que veio a ser é o que virá a ser; e o que se tem feito é o que se fará; de modo que não há nada de novo debaixo do sol. )
- O que quer nos dizer isso ???
- Que estamos presos a um tempo ,sendo julgados pelas nossas ações , até estarmos livres para o descanso ( shabbat hagadol ) - as coisas acontecidas se repetem nos tempos : até o fim !
- Ordem dos acontecimentos !
- Povo escravizado no Egito : Povo clama libertação : é levantado Moshe para libertar o povo !: é mostrado os sinais ( O'tiym ) : Moshe reúne o povo : então após as pragas 10 : foi pedido um sinal (O't) determinante para separar
 ( hamavedil) quem estaria com o criador e seria liberto : foi pedido o Korban - sacrifício da vitima do Pessach !: ( carneiro ou bode ) - dois ícones de idolatria no Egito - que culmina em a chave de toda essa idolatria , que precisava ser exterminada para que houvesse libertação do povo e retorno a obedecer ao Criador !: 
Shemot 8:23 
23 E deveras porei uma demarcação entre meu povo e teu povo.Amanhã ocorrerá este sinal.”’” ( haveria um O't =sinal que separaria os povos )
Malackiy (mal) 
Malaquias 3:18
18 E vós haveis de ver novamente [a diferença] entre o justo e o iníquo, entre o que serve a Elohiym e o que não o serviu.”
- Aqui está claro : que seria determinante essa diferença !
Bom agora vamos ver outra coisa determinante ! Faraó pede ao povo !
8: 25 Por fim, Faraó chamou Moshé e Aharon, e disse: “Ide, oferecei sacrifícios ao vosso Elohiym no país.” ( Faraó queria que o povo ficasse no Egito mais servindo a Elohiym , mais isso não teria como ! 
Pois para obedecer a Elohiym , teria que sacrificar a idolatria Egipicia !
8:26 
26 Moshé disse, porém: “Não é admissível fazer isso, pois ofereceríamos em sacrifício a YHWH, nosso Elohiym, algo detestável para os egípcios. Suponhamos que sacrificássemos algo detestável para os egípcios, diante dos seus olhos; não nos apedrejariam? 
- Como já vimos antes em estudo : não haveria como , sacrificar na frente dos Egipicios aquilo que eles idolatram fielmente como um Deus ! Portanto haveria um shoque !
- Agora vamos a ordem dos fatos !
Depois do Korban lePessach houve a libertação do povo , e ai houve a contagem do ve'omer para Shavuot ( semanas ) quando foi entregue a Torá ! 3 meses depois da saida do Egito !
- Conclusão : Como pode pessoas de um sistema religioso egipicio,romano ,grego ( cristianismo ) dizer que a lei foi abolida , se nem ao menos foi entregue a eles : como pode ser algo abolido que não foi entregue ????
O Pessach é a porta de saida ( libertação) com o sacrifício do cordeiro - idolo 
( deus), para que a partir dai os chamados a passar essa porta estreita , sejam limpos e recebam a Torá em shavuot depois da retirada do fermento Egipicio !
Portanto : tudo se tem um tempo ! 
Deuteronômio ( Devariym) 32:4
4 A Rocha, perfeita é a sua atuação,
Pois todos os seus caminhos são justiça.
Elohiym de fidelidade e sem injustiça;
Justo e reto é ele. ( Amein )
Os amantes da idolatria , pereceram e perecerão no erro por não terem amor pela verdade , não acharam essa porta de saída ( estreita) e ficaram e ficarão na escuridão dos sistemas religiosos e seus ídolos que nada valem ! 
Sai dela povo !!! 
Porém muitos o egito pegou de volta , por não levantarem o cajado de Moshe ! E outros elegeram cabeças para voltarem ao Egito ressuscitando esse cordeiro
 ( ídolo) como um Deus ! Seguindo a morte !
Devariym 30:15
15 “Vê, deveras ponho hoje diante de ti a vida e o bem, e a morte e o mal.
E vc quer seguir o que ????

Boa reflexão : todah !

Hayme Fernandes

COMO A ORAÇÃO REALMENTE FUNCIONA.

Shabat Shalom.
Como as pessoas acham que a oração funciona:
"Eu oro -> O Eterno muda os seus planos sobre o meu destino"
Tal visão em nada difere da criança que escreve uma cartinha para Papai Noel, esperando ser atendida. É mitológica, e talvez até ingênua.
Essa leitura não condiz com o monoteísmo absoluto. Pois se os planos do Eterno são a sua essência, mudá-los significaria que o Eterno mudou. Também não condiz com a relação causa e efeito, observada tanto na Torá quanto em todo o universo - uma das leis físicas mais comprovadas de todas.
Mas então, como a oração realmente funciona?
É muito simples, mas muito profundo:
"Eu oro -> O ato de orar, conectando meus pensamentos ao Eterno, me transforma -> Se eu mudei, meu destino muda, assim como mudam as circunstâncias ao meu redor."
A oração é das forças mais poderosas disponibilizadas pelo Eterno na natureza. Mas ela atua em NÓS, e não nEle.
TODA oração, sem exceção é ouvida e respondida. Mas enquanto qualificarmos a oração pelo efeito no destino, ao invés do efeito em nós, só nos frustraremos, e a qualidade do nosso relacionamento com Ele será muito limitada.
Entenda essa dinâmica, e a sua vida espiritual dará passos grandiosos.
Shabat shalom!

Égo!!

Shabbat shalom !

Para meditar : ego !
Em bamidbar 16 : conta a rebelião de Cora ..... o que houve ???
16:03 Congregaram-se, pois, contra Moshé e Aharon, e disseram-lhes: “Já chega de vós, pois a assembléia inteira, todos eles, são santos e YHWH está no seu meio. Então, por que vos devíeis erguer acima da congregação de YHWH ?”
O ego daqueles que se opuseram sobre a separação dada a Moshe e a Aharon .. pois devido ao ego de cada um ,eles achavam que também eram separados tanto quanto aos dois !
Qual a consequência disso ????
1 Samuel 15:23 ( shamu'el )
23 pois a rebeldia é igual ao pecado da adivinhação, e avançar presunçosamente é igual ao [uso de] poder mágico e terafins. Visto que rejeitaste a palavra de YHWH, ele concordemente rejeita que sejas rei.”
Aqui mostra : o pecado da rebeldia é igual ao da adivinhação e presunções é igual ao uso de poder magico e de terafins( idolos ) . Consequência da rebelião !
Tehilah / Salmo 106:16
16 E começaram a invejar a Moshé no acampamento,
Até mesmo a Aharon, o santo ( kadosh )de YHWH.
Foram sentimentos do ego : ciume , inveja e presunção !
Boa reflexão ! Todah !!
Hayme Fernandes.

terça-feira, 10 de março de 2015

Sentimento


Tempo de dor, tempo de sofrimento,...tempo, porque dor teimas em voltar?... Ó tempo quando tu vais melhorar?. Olho para o céu e uma nuvem escura se formou, serás chuvas que la vem? ou só o tempo que escureceu de novo, não sei só espera pra vê, se chuva cair, és chuva, se não... prepara te para mais um tempo ruim...Que bom seria se pudéssemos voar e esta nuvem escurar passar....   

Libertação Espiritual


Estou compartilhando este vídeo que nos ensina como servir ao Eterno. 

Fonte: Judaísmo da Unidade para Mulheres.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Gostaria de saber: qual é o papel da mulher no judaísmo

Além de criar os filhos segundo a orientação da Torá? Como o judaísmo vê a mulher? O que fez de Débora juíza sobre o nosso povo em uma época em que a mulher não podia ocupar nenhum cargo de liderança?
RESPOSTA:
Primeiramente, gostaria de fazer algumas perguntas: por que é que a Torá louvaria e descreveria histórias de várias mulheres que lideraram e foram exemplo no povo judeu, como Miriam, Débora e Yael, se sua função fosse apenas criar filhos? Se seu papel fosse apenas em casa, porque seria mencionado um "mau exemplo" de envolvimento com a comunidade?
Porque é que no judaísmo, mesmo os homens mais elevados são considerados incompletos até que não se casem e unam-se a uma mulher?
Porque há tantas leis na Torá referentes ao casamento que considerem a mulher, entre as quais a de que o consentimento da mulher é imprescindível para que possa haver uma união, e a que obriga um homem a conceder o divórcio a sua esposa, caso seja essa a vontade dela?
A resposta para estas e muitas outras perguntas é: o judaísmo é igualitário, tanto os homens quanto as mulheres têm a mesma importância e são imprescindíveis para nosso povo. O que existe é o preconceito do preconceito.
Infelizmente, é comum ouvir por aí que no judaísmo existe preconceito contra mulheres. Muita gente acha, que o fato das mulheres sentarem na sinagoga atrás de uma mechitsá (elemento físico utilizado como divisória em um ambiente que serve para separar entre homens e mulheres), e de não cumprirem certas mitsvot, as torna "segunda categoria". Se descobrissem e pesquisassem os verdadeiros motivos, certamente mudariam completamente de opinião.
Estes são os argumentos de quem olha de fora, superficialmente. Porém, pergunte a uma mulher religiosa, e ela responderá: não é nada disto! O judaísmo é uma construção, precisa de arquitetos, pedreiros, pintores, decoradores. Todos são igualmente imprescindíveis. Cada um tem sua função, e se não for ele, ninguém a fará. Não adianta dar um pincel na mão do pedreiro, ou uma pedra na mão do pintor. Da mesma forma, o homem e a mulher receberam as mitsvot e funções necessárias para efetuar sua parte na construção e se completarem nesta tarefa.
Mitsvot são meios de chegar a D'us. Uma mulher não precisa ser chamada na Torá ou ser chazan, porque, neste aspecto, já está próxima a D'us. Já o homem necessita destas mitsvot para alcançar a proximidade que está lhe faltando.
A mulher é chamada de "Akeret Habayit" - a fundação do lar. É ela que tem a capacidade e as características de segurar uma casa. Devemos estar conscientes do grande mérito que é esta função, já que, analisando bem, toda a base da sociedade e de cada indivíduo está em sua casa. Seu principal investimento é em sua família, sim, mas não pelo falso argumento dela ser inferior ou incapaz de fazer outra coisa.
É justamente pela importância e delicadeza desta "mini empresa", que exige a astúcia e o toque de uma mulher. Porém, tendo em mente a importância e a proporção certa das coisas, nada impede que uma mulher exerça também outras funções, que esteja envolvida com a sociedade. E mais, se possui talentos e dons, estes lhe foram dados para usá-los. Se D'us as deu, porque deveria abrir mão de suas habilidades?
Nenhum rabino dirá que a mulher é apenas uma reprodutora e deve ficar trancada em casa. Talvez quem diga isto é a mídia de pessoas preconceituosas, discursos e filmes que deturpam o sentido do judaísmo e danificam a sua imagem. Devemos sempre procurar o verdadeiro porque e como das coisas com quem realmente lida com elas, e nos livrar dos preconceitos que acabam penetrando na nossa maneira de pensar e ver as coisas.