sábado, 31 de dezembro de 2016

O que é Chanuca.

Chanuca é uma lição de vida, talvez a lição mais importante que você jamais aprenderá. Chanuca é a história da luz desafiando as trevas. 
Todos nós lutamos com a escuridão, seja dentro de nós mesmos ou no mundo lá fora. Chanuca chega para dizer, não lute com as sombras. Em vez disso, acenda uma vela e a escuridão irá embora.
O que é uma vela? Uma vela é uma mitzvá, um ato divinamente belo, que nos foi passado pelo Céu para elevar nosso mundo e fazer dele um local divinamente belo.
Nada é mais poderoso que uma mitzvá. 
Portanto, à  medida que a luz do sol diminui, acendemos uma pequena vela. No dia seguinte, acendemos duas. Dia a dia, a luz se torna mais forte, até que chegamos ao poder de oito, um número que representa um poder além da natureza, uma força miraculosa. 
Existem muitas lições a serem aprendidas com Chanuca, mas vamos começar aqui:
Quando nascem as trevas, produza mais luz. Espalhe mais bondade.
Acrescente outra mitzvá à sua vida e faça sua lamparina crescer a cada dia. Talvez pareça algo pequeno, minúsculo em comparação à escuridão lá fora, mas jamais subestime o poder da luz. Como na história dos Macabeus, apenas um pouquinho de luz pode afastar muita, muita escuridão. 
Chag Chanuca Sameach!

domingo, 25 de dezembro de 2016

Meus pais, minhas raízes.

Mãe teus braços sempre se abrem quando preciso de um abraço. Teu coração sabe compreender quando preciso de uma amiga. Teus olhos sensíveis se endurecem quando preciso de uma lição. Tua força e teu amor me dirigiram pela vida e me deram asas que precisava para voar.
Te amo mãe.

Estes são meus pais. Minhas raízes.




Antônio de Barros Galvão e
Luzinete Maria Galvão.

Chag Sameach Chanuka.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Minhas chalot.

23/12/2016.
Iniciei as 11:00 horas da manhã. Eu amassando minha massa.




uma hora depois, minha massa ficou assim.




Cortando.... agora é a hora de separar os pedaços.




Cortando, separando e assim vou fazendo.




Só mais um pouquinho.
Gosto muito de fazer minhas chalot.



Terminando.
Agora é só transar as chalot.  Lembre-se, são 12 pedaços.



Agora deixar descansar por mais uma hora.



Coloquei o gergilim e levei ao forno.





Esta é a parte: separei a chalá da massa e recitei a bênção.



Baruch Ata A-do-nai E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher Kideshánu bemitsvotav vetsivánu lehafrish chalá.

Aí queimei a chalá. A parte separada.






Aqui esta! Minhas chalot prontas. Hummm. Agora é só esperar a hora do Shabat chegar.



Chegou o Shabat.
Shabat shalom a todos.
18:30 da noite.
Que HaShem nos abençoe.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

A morte não é nada.

"...Eu apenas passei para o outro lado:
É como se estivesse escondido no quarto ao lado.
Eu sou sempre eu, e tu és sempre tu.
O que éramos antes um para o outro ainda somos.
Liga-me com o nome que você sempre me deu, que te é familiar;
Fala-me da mesma forma carinhosa que tens usado sempre.
Não mude teu tom de voz, não assuma um ar solene ou triste.
Continua a rir daquilo que nos fazia rir,
Daquelas pequenas coisas que tanto gostávamos, quando estávamos juntos.
Reza, sorri, pensa em mim!
Que o meu nome seja sempre uma palavra familiar...
Diga-o sem o mínimo traço de sombra ou de tristeza.
A nossa vida conserva todo o significado que sempre teve:
É a mesma de antes, há uma continuidade que não se quebra.
Por que eu deveria estar fora dos teus pensamentos e da tua mente, apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, estou do outro lado, na mesma esquina.
Fica tranquilo, está tudo bem.
Vou levar o meu coração,
Daí acharás a ternura purificada.
Seca as tuas lágrimas e se me amas, não chores mais,
O teu sorriso é a minha paz"

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Resumo da Parashat Semanal.

Vayetsê - Gênesis 28:10 - 32:3

Vayetsê começa com Yaacov fugindo de Esav e deixando a casa dos pais para viajar a Charan, onde ficará com seu tio Lavan (Labão). Ao passar a noite no local onde no futuro seria construido o Templo Sagrado, D'us aparece a Yaacov no sonho de uma escada descendo do céu até a terra, na qual anjos sobem e descem. Do topo da escada, D'us promete a Yaacov que seus descendentes herdarão a Terra de Israel.

Na sua chegada em Charan, após rolar uma imensa pedra da boca do poço da cidade para que os pastores do lugar pudessem dar água aos rebanhos, Yaacov encontra a filha de Lavan, Rachel, e concorda em trabalhar para seu pai por sete anos a fim de conseguir sua mão em casamento. Quando finalmente chega a noite do casamento, Lavan engana Yaacov, substituindo Rachel pela sua filha mais velha, Lea. Após esperar uma semana, Yaacov casa-se também com Rachel, mas não antes de ser forçado a cumprir mais sete anos de trabalho.

Nos anos que se seguem Rachel permanece estéril, enquanto Lea dá à luz a seis filhos e uma filha, e Bilá e Zilpá (as criadas de Rachel e Lea, respectivamente) cada uma tem dois filhos de Yaacov.

Finalmente Rachel tem um filho, Yossef. Yaacov torna-se muito rico durante sua estadia com Lavan, amealhando um grande rebanho, mesmo enquanto Lavan continuamente tenta enganá-lo por todos os vinte anos de sua permanência.

Após aconselhar-se com suas esposas, Yaacov e a família fogem de Lavan, que o persegue e o enfrenta, aborrecido por Yaacov ter ido embora sem se despedir, e arrogantemente afirmando que Yaacov roubou seus ídolos.

Após Lavan infrutiferamente procurar os ídolos (que Rachel escondeu, sem que Yaacov soubesse, para impedir o pai de adorá-los), Yaacov e Lavan entram em uma acalorada discussão. Finalmente assinam um acordo, prometendo permanecer em paz, e a porção se encerra quando eles se separam
Vayetsê começa com Yaacov fugindo de Esav e deixando a casa dos pais para viajar a Charan, onde ficará com seu tio Lavan (Labão). Ao passar a noite no local onde no futuro seria construido o Templo Sagrado, D'us aparece a Yaacov no sonho de uma escada descendo do céu até a terra, na qual anjos sobem e descem. Do topo da escada, D'us promete a Yaacov que seus descendentes herdarão a Terra de Israel.

Na sua chegada em Charan, após rolar uma imensa pedra da boca do poço da cidade para que os pastores do lugar pudessem dar água aos rebanhos, Yaacov encontra a filha de Lavan, Rachel, e concorda em trabalhar para seu pai por sete anos a fim de conseguir sua mão em casamento. Quando finalmente chega a noite do casamento, Lavan engana Yaacov, substituindo Rachel pela sua filha mais velha, Lea. Após esperar uma semana, Yaacov casa-se também com Rachel, mas não antes de ser forçado a cumprir mais sete anos de trabalho.

Nos anos que se seguem Rachel permanece estéril, enquanto Lea dá à luz a seis filhos e uma filha, e Bilá e Zilpá (as criadas de Rachel e Lea, respectivamente) cada uma tem dois filhos de Yaacov.

Finalmente Rachel tem um filho, Yossef. Yaacov torna-se muito rico durante sua estadia com Lavan, amealhando um grande rebanho, mesmo enquanto Lavan continuamente tenta enganá-lo por todos os vinte anos de sua permanência.

Após aconselhar-se com suas esposas, Yaacov e a família fogem de Lavan, que o persegue e o enfrenta, aborrecido por Yaacov ter ido embora sem se despedir, e arrogantemente afirmando que Yaacov roubou seus ídolos.

Após Lavan infrutiferamente procurar os ídolos (que Rachel escondeu, sem que Yaacov soubesse, para impedir o pai de adorá-los), Yaacov e Lavan entram em uma acalorada discussão. Finalmente assinam um acordo, prometendo permanecer em paz, e a porção se encerra quando eles se separam.

Fonte: chabad.org

Parashat Vaietsê.

BERESHIT/GÊNESIS 28:10−32:3
HAFTARÁ (LEITURA DOS PROFETAS):
                    HOSHÊA (OSÉIAS) 11:7-14:10

     O título da Parashá desta semana, em hebraico, significa “e saiu”.  Refere-se ao fato de que o patriarca Iaacóv teve que fugir da ira do seu irmão Esau   para a casa do seu tio Laban.

     Começa assim o seu exílio em Haran, terra do patriarca Abraham, por um período de 20 anos. Na casa de Laban, Iaacóv trabalha e vive uma vida de exploração e opressão contrária aos princípios da fé judaica que ele conhecia. Para exemplificar, a parashá revela o descumprimento dos acordos de trabalho entre os dois.  Iaacóv recebe Lea como esposa no lugar de Rachel.   Ao partir, Laban vacila em compensar Iaacóv, embora tenha enriquecido em consequência do seu trabalho. Na despedida, porém, Laban admite: D'us me abençoou por sua causa".  Então, Iaacóv parte de volta para Canaan, acompanhado por suas esposas, filhos e bens.

        Certamente, devido ao histórico familiar, que começa com a ida de seu avô Abraham de Haran para Canaan, Iaacóv tem consciência de que sua família faz parte de um contexto que dará origem ao futuro povo judeu.

      Esta Parashá evoca uma semelhança com o destino de muitas comunidades judaicas ao longo da história.   Apesar de forçados a viver em ambientes hostis, criaram riquezas e prosperidade nesses lugares.   Entretanto, isto não impediu o surgimento de movimentos antissemitas e consequentes expulsões.

    Modernamente, observamos um fenômeno parecido em relação ao Estado de Israel. Apesar das suas contribuições para o bem-estar da humanidade, crescem a hostilidade e os boicotes contra o estado judeu. Mas o teste da longevidade do povo judeu mostra que Iaacóv estava no caminho certo.

Shabat Shalom

Gonte: Fiszel Solewicz

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ברוך הבא מלך המשיח


Oração.

Quando uma judia ora, sua atenção está vinculada à tudo que é importante para sua conexão com o Altíssimo. Seu recato será sempre uma demonstração contínua e nunca superficial e de aparência. Tradição é algo que rege a vida de todos aqueles que se respeitam e entendem que uma vez ligada ou ligado, ao povo Judeu, desde a sua concepção nos Céus até o ventre de sua mãe, não é algo a ser jamais negligenciado

Zelo e Cuidado.

Existem várias maneiras de identificarmos afeto entre as pessoas. Mas é quase impossível diferenciarmos o que é afeto do que é apenas acomodação de sentimentos. Sendo o amor algo que não se pode medir ou perceber como se percebe a quantidade de chuva que chega e que vai, resta-nos apenas algumas percepções sutis do quanto aquele amor ou afeto é real. Podemos dizer que o reconhecimento prático e a gratidão, seriam formas mais visíveis e diretas. Contundo existem elementos imperceptíveis no reconhecimento sincero desse sentimento, podemos arriscar dizendo que quando existe uma correspondência, existe coerência e atenção. Podemos também dizer que "se a vida é uma via de mão dupla" então o que damos esperamos receber, não uma simples troca, mas algo que retorna de forma simples e natural, sem o registro de uma obrigação. Então ser grato ou ingrato passa por conceitos que vão além da educação. Não que tudo que fazemos tem que ser necessariamente algo que deva ser retribuído, mas sempre devemos ter em mente algo básico, a cada ação uma reação e isso existe mesmo até que a reação seja somente a indiferença.

A Escolha do Caminho.

"Ouve com atenção minhas palavras, meu filho; direciona para elas teus ouvidos.(tua atenção) ..... Acima de tudo, guarda teu coração do que é proibido, pois dele emana a escolha para a direção a seguir na vida. (A direção sempre pode ser mudada) ....Remove de ti palavras dúbias (duplo sentido) e distancia de ti lábios enganadores. (Mentirosos) .... Que se voltem teus olhos para o caminho à tua frente (Ter foco permanente, saber o que realmente quer) ....Pondera o caminho de teus pés e serão firmes todos os teus caminhos. (não seguir os caminhos dos fracos de caracter) .... Não te desvies à esquerda ou à direita e guarda teu pé do caminho do mal   (O mal esta sempre aonde está a nossa kavanah. Para isso devemos sempre nos policiar)" - Mishle 4.20-27 (Provérbios).


Toda verdade é relativa

Toda verdade é relativa, já que cada verdade pertence a quem diz, contudo o caracter é único já que este é o pilar de todas as coisas. Só é digno de caracter quem se respeita e sabe respeitar o outro. Mas não se respeita quem tenta viver o melhor dos "dois mundos". Apesar de maneira variada desejarmos o melhor dos dois mundos, devemos sempre ter em mente que não podemos manter uma virtude maquiada. Devemos optar pelo bom senso e boa coerência como forma de banir a "verdade útil" e preservar e estimular a Verdade-essencial que edifica.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aborto.

Um bebê de 3 meses.
Pra muitos ainda não é uma vida, pra mim já é um bebê perfeito, um filho com o coração forte, que se mexe, pula e vive dentro de sua mãe.
Com 12 semanas o bebê já tem bracinhos, dedinhos, perninhas, pesinhos, já tem olhinho, boquinha e o principal, um coração forte que bate rapidamente.
Eu sou contra o aborto! É uma vida sim e eu sou a favor dela.

Créditos: Depois de Mãe

domingo, 27 de novembro de 2016

Troca de nomes.

Por que trocamos os nomes na cultura e religião Judaica?

Com toda certeza não é por uma questão estética ou outra intenção qualquer. A única intenção diz respeito a santificação(Kadosh). Tiremos como exemplo a segunda esposa de Abraão Avinu.

Sabe-se que os nomes da Torá têm um significado simbólico e  Espiritual. 
Assim Avram tornou-se Avraham,
no caso de Ketura, (Bereshit-Genesis 24.1) anteriormente chamada de Agar, o que provocou a mudança no nome, era que ela tinha finalmente abandonaram suas crenças idólatras e hábitos imorais, para se tornar uma líder de um grupo de seguidores de Avraham e Noach, então o seu nome egípcio antigo  não tinha razão de ser, e com isso uma nova identificação se fez necessária passando então a ter um novo sentido como foi identificado com o seu novo nome,   "Ketura" que significa "junto ao Eterno."

Hoje muitas vezes nós procedemos da mesma forma com as pessoas, sendo gentios nascidos, que se convertem ao judaismo que se tornam pessoas judaicas para todos os efeitos legais, não são chamados pelo nome antigo, mas pelo nome adotado na época da sua conversão formal e espiritual ao Judaísmo.

"Agar" não era uma convertida ao judaísmo, porque não existia judaismo naquela época, mas tornou-se uma mulher "junto ao Eterno", fiel e, assim, passou a ser chamada e  conhecida como Ketura. Que não se troque o nome por vaidade, porque se não muda totalmente seus hábitos e se mantém com vínculos de hipocrisia e escândalo, então ao invés de bênçãos, trará  para si maldição para sua vida.


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O que fazes?

Talvez o que te preenche não seja a luz que vagueia. Talvez o que preencha não seja o som ou o sabor de um céu de estrelas. Pode ser que a melhor constelação seja aquela que ainda não encontramos. Fagulhas e gotas de um sentimento que não completa porque já não há o que completar. Talvez..

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Os anos de Sara foram...

Estes foram os anos de Sara. - Gênesis 23: 1

Sarah teve dois conjuntos de anos para sua vida, porque ela merecia uma vida mais elevada também. Por Sarah mais do que qualquer outra pessoa? Porque ela desceu ao Egito e levantou-se. - Zohar
Você veio a esta vida para alcançar uma vida mais elevada. No entanto, quaisquer alturas espirituais que você possa alcançar nesta vida não podem se comparar com as alturas de sua alma antes que ela fosse espremida nas limitações de um corpo. Antes que descesse ao Egito.
Ou seja, até que você faça o que foi colocado diante de você para fazer, até que você trabalhe com este Egito no qual você foi enviado, segurando a sua integridade, enchendo cada ato com significado, redimindo as jóias que foram perdidas entre as cinzas .
Então você se elevará mais do que qualquer coisa que sua alma pudesse alcançar. Mesmo vivendo neste mundo, você terá uma vida mais elevada.

Sara, a mulher Judia.

O Midrash nos conta que Sara mereceu três milagres especiais porque era meticulosa na observância das três "mitzvot" dadas especificamente às mulheres:
acender as velas do Shabat ("Hadlakat "n"erot"), separar a "CHalá" da massa, e cumprir as leis relacionadas à pureza familiar("Nidá") – é o acróstico de CHANAH. Em troca, D'us a recompensou com três bênçãos:
Por ser cuidadosa em tirar a chalá, sua massa foi abençoada.
 Como recompensa por cumprir a "mitzvá" de acendimento das velas, suas luzes ardiam da véspera de um Shabat até o próximo.
 Por seguir as leis de "Taharat Hamishpachá", Pureza Familiar, a nuvem da "Shechiná" pairava sobre sua tenda, pois o estado de pureza atrai a Presença Divina.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Som no Universo.

São as referências ao Reb Menachem Mendel

Nós Judeus...

O nosso saber e entendimento da Divindade são grandes e 
importantes no Serviço a D’us, e apesar de a fé encontrar-se em 
um grau superior, o mérito de entender a Divindade é maior e 
mais elevado. Assim também nos foi ordenado: “E saberás hoje, e 
levarás ao teu coração que o Senhor é D’us.” 
*E ainda foi dito: “Conhece o D’us do teu patriarca.” 
E duas vezes ao dia nós testemunhamos: “Ouve, ó Israel, o Senhor é nosso D’us, o Senhor é Um” – ouvir refere-se a entendi-
mento (Bereshit, 41:15 e 42:23). 
*Assim também é a decisão legal do Rambam, [que constitui] 
norma de ação, de que o mandamento é “saber que existe uma Causa Primeira...”, e não nos foi ordenado “crer”. Além disso, ali 
consta que “o conhecimento disso é um mandamento de ação, 
conforme está escrito, ‘Eu Sou o Senhor, teu D’us’.” 
Tudo o que foi mencionado significa que, além da fé, devemos 
também entender e conhecer D’us tanto quanto possível. É claro 
que o conhecimento possível da Divindade é apenas um conheci-
mento da Sua Existência, e não de Sua Essência.


Resumo da Parashat Semanal

Chayê Sara - Gênesis 23:1 - 25:18

Chayê Sara começa com a morte de Sara na idade de 127, e a busca de Avraham (Abraão) por um local apropriado que fosse digno de sua grandeza. Avraham recusa-se a aceitar a generosa oferta de Efron (um membro da nação chitita que vivia na terra de Israel) de dar-lhe Mearat Hamachpela na cidade de Hebron sem custo algum, e Avraham termina por pagar uma enorme soma de dinheiro pelo lote, onde finalmente sepulta sua amada esposa.

Avraham envia seu fiel servo, Eliezer, de volta a seu país de origem e à sua família, a fim de encontrar uma esposa conveniente para Yitschac. Chegando à cidade de Aram Naharaim, Eliezer alinhava um plano pelo qual conseguirá selecionar uma moça recatada e generosa, apropriada para o filho de seu amo.

Eliezer reza a D'us para que Ele lhe conceda sucesso nesta missão, fazendo o plano funcionar. Decide ficar à beira do poço da cidade, esperando que uma moça lhe ofereça e a seus camelos, água para beber. Esta pessoa, que dar-se-ia ao trabalho de puxar água para um estranho e seus dez camelos, indo além do cumprimento do dever, certamente possuiria um grande caráter.

Rivka passa pelo teste, e após receber presentes enviados por Avraham, ela leva Eliezer à casa de seu pai. Eliezer conta os eventos do dia à família da moça e pede a Rivca que volte com ele para desposar Yitschac. Ela aceita, e eles se casam.

Com o papel de Avraham como pai do povo judeu completado, e o manto da liderança passado à próxima geração, a porção se encerra com uma breve genealogia dos outros filhos de Avraham com sua esposa Keturá (que muitos comentaristas afirmam ser na verdade Hagar) e sua morte com a idade de 175.

Ele é enterrado ao lado de Sara pelos seus dois filhos mais velhos, Yitschac e Ishmael.

Fonte: chabad.org

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ventos contrários.

Existem ventos contrários que nos vem com a única intenção de nos derrubar, nos desestabilizar e tirar a nossa paz. Mas por mais forte que sejam esses ventos, não será mais forte e nem mais poderoso que D"us.
Quando existe D"us em nossas vidas, quando Ele habita em nosso coração não tem vento forte que nos derrube, e se alguém tentar se levantar para nos ver cair, caído será quem nos afrontou. Isso é o trabalhar de D"us, é sua forma de nos proteger. Ele não permite que nada de mal nos toque, que nada nos atinja nem nos atrapalhe de caminhar, pois se D"us é por nós, ninguém será contra nós.

Gotas do Rebe.

Menachem Mendel.

A virtude da fé que está enraizada na alma de cada judeu é tão grande que sua expressão sobrepuja todas as outras manifestações da alma – todas estas são revelações e extensões da alma aparentemente separadas dela, enquanto a fé está gravada na essência da alma, e todo aquele que, D’us não o permita, toca e fere a fé, está ferindo o núcleo da alma; “portanto, até mesmo o mais leviano [dos homens] e os pecadores no seio de Israel, na maioria dos casos, sacrificam suas vidas pela santificação do Nome de D’us e suportam as piores torturas para abster-se de negar o D’us Único, mesmo quando são iletrados e ignorantes e não conhecem a grandeza de D’us. [Pois] por menor que seja o conhecimento que possuam, eles não se aprofundam nisto, e não se sacrificam em razão de qualquer conhecimento e da contemplação de D’us. Mas [eles se sacrificam] sem nenhum conhecimento e reflexão, como se apenas fosse totalmente impossível negar o D’us Único sem qualquer razão, argumento ou motivo”(Tanya, final do cap. XVIII).


domingo, 20 de novembro de 2016

Tarde de aprendizagem.

Hoje o lanche da tarde vai ser especial feito pela minha filha Sara.

Ensinando minha filha a fazer bolo.
1° bolo de Minha linda, ela me disse: mãe a senhora vai fazer bolo? 
Sim filha vou,
então me ensina.
Então parei e passei para ela o serviço. Ela amou fazer bolo, e passamos uma
tarde maravilhosa juntas na cozinha.




Massa pronta para ir para o forno.



Bolo pronto.


Shavua tov para todos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

" Aproveitando o Tempo "!!!

Mensagem da Parashá Vayerá
A Torá, no início da porção desta semana, descreve com riqueza de detalhes como Avraham, quando visitado por três hóspedes, demonstrou enorme solicitude em servi-los e cuidar deles. Avraham "apressou-se a ir à tenda de Sara," para que ela pudesse preparar pão fresco, ele "correu até o rebanho" para preparar as melhores iguarias, e então "ficou de pé, perto deles, debaixo da árvore", enquanto comiam na sombra, assegurando-se de que cada necessidade lhes fosse fornecida (Bereshit 18:6-8).
Rabeinu Bachya destaca que, embora Avraham fosse um homem idoso e estivesse fraco por causa da circuncisão que fizera apenas três dias antes, e apesar de ter muitos servos que poderiam ter atendido os hóspedes, em sinal de respeito Avraham fez tudo sozinho, com grande zelo e entusiasmo.
Ao final da porção da Torá há uma outra situação, na qual Avraham demonstra seu caráter zeloso. Na manhã em que Avraham levantou-se para realizar a akeidá, o sacrifício, a Torá relata que "ele se levantou cedo" para cumprir a mitsvá. Nesta difícil situação, quando Avraham recebeu ordem de levar o filho amado, pelo qual esperara ansiosamente por tantos anos, como uma oferenda, poder-se-ia pensar que a última coisa que a pessoa faria fosse acordar cedo para embarcar nesta missão! Mesmo assim, vemos que Avraham o fez. Como é possível?
Uma vez mais, temos um exemplo da personificação de Avraham da qualidade de ser zeloso, rápido e entusiasta em cumprir as mitsvot, preceitos, de D'us. Avraham desenvolveu este traço a tal ponto que, mesmo nesta situação difícil e extremamente penosa, ainda foi capaz de superar o desejo natural de protelar, chegando mesmo a levantar-se cedo para fazer a vontade de D'us.
Isso nos ensina uma lição inacreditável, que justamente quando a situação é desconfortável, ainda temos a capacidade de cumprir uma mitsvá com zelo e entusiasmo, e especialmente quando a mitsvá não é tão difícil.
Há um conceito bem conhecido na dinâmica humana conhecido como inércia - tendência natural da pessoa de tentar permanecer tão inativa quanto possível. Esta tendência intensifica-se quando se trata de cumprir mitsvot, porque há um freio natural, a má inclinação, que fará todo o possível para impedir que a pessoa faça uma ação que lhe possibilitará uma recompensa no Mundo Vindouro. Com isto em mente, temos uma pergunta: Como a pessoa adquire a característica de Avraham? Como subrepuja sua indolência natural para atingir a grandeza?
Há duas maneiras de fazer isso: Rabi Moshê Chaim Luzzatto explica que podemos fazê-lo, concentrando-nos em todas as coisas que D'us realiza para nós, pois se pudermos reconhecer todo o bem que Ele nos concede, e as enormes maravilhas que realiza desde o dia em que nascemos até nossos últimos, sem dúvida nos apressaremos em fazer o possível para retribuir, com toda nossa capacidade, cumprindo a Torá e exaltando Seu nome.
A segunda maneira, diz Chafetz Chaim, é reconhecer a importância de cada minuto. Sabemos que cada palavra da Torá que a pessoa estuda é uma mitsvá por si mesma. Se a pessoa fala à velocidade normal, seriam aproximadamente duzentas palavras por minuto, portanto, se a pessoa fala sobre a Torá por um minuto, realiza duzentas mitsvot de uma só vez. Agora pense: se a pessoa estuda por quinze minutos, cumpre três mil mitsvot! Se aprender por uma hora, faz doze mil mitsvot! E se a pessoa estuda o dia inteiro? Que tal alguns dias? Todas as mitsvot vão se somando, e quanto mais mitsvot cumpre, mais recompensa recebe. Dentro de pouco tempo, terá a capacidade de cumprir milhões!
É através deste reconhecimento que adquirimos o desejo de utilizar cada momento da maneira mais completa, seja estudando Torá, ajudando o próximo. Porém, precisamos de uma presteza e zelo especiais para nos assegurar de que corremos para fazê-las, e ao mesmo tempo buscando a certeza de que são cumpridas adequadamente.
A idéia de valorizar cada momento foi explicada numa parábola por rabi Moshe Yitschac Hadarshan. Imagine se todos aqueles que estão no cemitério recebessem outra meia-hora de vida, para conseguir tanta recompensa celestial quanto lhes fosse possível. Veríamos pessoas correndo para lá e para cá, estudando Torá, visitando os doentes, rezando, consolando os enlutados e fazendo caridade, cada pessoa de acordo com sua habilidade. E se essas pessoas recebessem algumas horas de vida, ou mesmo alguns dias? Não tentariam utilizar o tempo para cumprir tantas mitsvot quanto lhes fosse possível? E quanto a nós - quem de nós sabe quanto tempo ainda lhe resta?
É bem como disse o Chafetz Chaim certa vez: "A vida é como um cartão postal. Quando iniciamos uma viagem, escrevemos em letras grandes e espalhadas. Mas quando vemos que o espaço para escrever no cartão está acabando e ainda há tanto a dizer, começamos a escrever em letras cada vez menores, espremendo as palavras onde quer que haja um cantinho."
Ocorre o mesmo com nosso cumprimento de mitsvot; não somos tão cuidadosos sobre fazer todo o possível porque achamos que há muito tempo à disposição. Mas com o passar da vida, percebemos como o tempo é escasso na verdade, e tentamos espremer tantas mitsvot quantas pudermos. Entretanto, se percebermos agora o valor do tempo, podemos utilizá-lo ao máximo de nossa capacidade.
Por isso, quando estivermos em casa, prazerosamente lendo um livro ou qualquer outra coisa que preferiríamos não interromper, devemos refletir novamente naqueles métodos de incrementar o cumprimento da mitsvá. Devemos nos lembrar como D'us é bom para nós, e o quanto devemos realizar para retribuir pelo menos uma fração disso. Devemos ter em mente a importância e valor de cada minuto e de cada mitsvá. Por fim, devemos considerar que não importa o desafio que seja o cumprimento de uma mitsvá, é um desafio maior que o foi para Avraham levar seu filho ao sacrifício?
Com este reconhecimento, que possamos merecer a realização de mais preceitos, elevando desta maneira nossa recompensa, tanto neste mundo como no Mundo Vindouro.
por: Beit Chabad

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Rosh Hashana 5777. (Ano Novo Judaico ).

Em casa com minha família, uma pequena cerimônia simples mas com muito amor a HaShem, cerimônia de Rosh Hashana. Nesse momentos Judeus de todos os cantos da terra, se reúnem
num pacto de reflexão e confirmação da Fé inabalável, no Altíssimo. Não se trata da renovação de um ciclo é sim no compromisso com as
Mitzvah de HaShem.
Nova Aliança SP 02/10/2016.

Lechai.



Chalah para Rosh Hashana.
Meu esposo e eu, que Hashem possa nos conservar de pé por muitos anos juntos. E que este seja o primeiro de muitos anos juntos. B'H.

Lekach.
Muito bom.



Maçã e mel.
Para entrarmos com o pé direito.
Neste ano que se inicia.

"No ano que vem, em Jerusalém " Leshana Habaa B'Yerushalayim."

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Desafio ou consequência.

Toda essência é parte verdadeira da forma, e nela que encontramos o caminho. Na comunhão de uma relação nada fica fora desta união, forma e essência. Quando duas pessoas se tornam uma, surge a metamorfose dos instintos que poderão ou irão gerar o flerte de um Amor maior. Por vezes esse flerte não é amor é mero desafio, este desafio que não faz jus ao encontro das essências, desperdício daqueles que não sabem valorizar o que lhes é ofertado. Mas quando caminho e encontro se cruzam numa verdade possuída, "a!!" então é o coroamento de um Amor, consequência, única daqueles que são desafiados a Amar por toda eternidade, espelhados no brilho da criação.

Porque acendemos as velas do Shabat.

A luz é um assunto que tocou a imaginação de poetas, cientistas e psicólogos. Porque a sua natureza é tão diferente das outras entidades materiais, ela é muitas vezes usada para descrever introspecção espiritual. O Shabat é um dia de luz, um dia com um padrão e uma orientação de valores muito especiais. O acender das velas de Shabat introduz e inspira esse estado de percepção. A responsabilidade em acender as velas e induzir essa mudança de perspectiva pertence à mulher. É ela que dá as boas-vindas do lar à “Rainha Shabat”. Meninas desde a idade de três anos são encorajadas a acender a sua própria vela, tanto como um instrumento de envolvimento bem como parte de sua educação. As velas de Shabat são acesas 20 minutos antes do pôr-do-sol. Todos os Judeus hassidicos (religiosos e tementes) cumprem essa Mitzvah com grande alegria com Kavanah(intenção) perfeita.

Gotas do Reb

TAHARAT HAMISHPACHÁ.
(Gotas do Reb Pureza filiar)

 Pureza familiar Casamento e sexualidade são tratados com muito cuidado pela tradição judaica. Não é coincidência que em lares constituídos com consciência da Torá a taxa de divórcios seja muito inferior à média geral. Taharat Hamishpachá, as atitudes e práticas para uma vida conjugal feliz, ajudam a desenvolver comunicação e amor genuínos entre marido e mulher, e a trazer para o mundo filhos saudáveis e amorosos.
O estudo pormenorizado das leis de Pureza Familiar é, por sua própria natureza, complexo e deve ser orientado por pessoas de reconhecida competência.
Os Mitsva Tanks, veículos de mitsvá de Lubavitch, ou “tanques judaicos de combate à assimilação”, como são frequentemente chamados pelo Rebe e que parecem encontrar-se em todos os lugares ao mesmo tempo, tornaram-se cena familiar nas comunidades urbanas e suburbanas através das Américas, Europa, países africanos, Austrália, Israel etc. Eles estão sempre em movimento para lembrar os judeus da observância de uma festa religiosa em particular, para dar-lhes a oportunidade de praticar uma mitsvá e para incentivá-los a entrar em contato com sua herança judaica.
Num mundo despedaçado, com falta de sentido espiritual e desencanto, o Rebe, por intermédio da campanha das mitsvot e de sua
firme e lúcida liderança, fez de Lubavitch uma âncora, um pilar de luz e esperança, com o qual os judeus de todas as classes e idades podem se identificar.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Como a oração realmente funciona.

Como as pessoas acham que a oração funciona:
"Eu oro -> O Eterno muda os seus planos sobre o meu destino"

Tal visão em nada difere da criança que escreve uma cartinha para Papai Noel, esperando ser atendida. É mitológica, e talvez até ingênua.
Essa leitura não condiz com o monoteísmo absoluto. Pois se os planos do Eterno são a sua essência, mudá-los significaria que o Eterno mudou. Também não condiz com a relação causa e efeito, observada tanto na Torá quanto em todo o universo - uma das leis físicas mais comprovadas de todas.
Mas então, como a oração realmente funciona?
É muito simples, mas muito profundo:
"Eu oro -> O ato de orar, conectando meus pensamentos ao Eterno, me transforma -> Se eu mudei, meu destino muda, assim como mudam as circunstâncias ao meu redor."
A oração é das forças mais poderosas disponibilizadas pelo Eterno na natureza. Mas ela atua em NÓS, e não NELE.
TODA oração, sem exceção é ouvida e respondida. Mas enquanto qualificarmos a oração pelo efeito no destino, ao invés do efeito em nós, só nos frustraremos, e a qualidade do nosso relacionamento com Ele será muito limitada.
Entenda essa dinâmica, e a sua vida espiritual dará passos grandiosos.
Boa Reflexão!!

As feridas da alma.

As feridas da nossa alma doem mais do
 que as feridas do corpo. As feridas do corpo podem ser tratadas com remédio, mas as feridas da alma só D'us pode curá-las. Uma perda. Um relacionamento quebrado. Uma traição. Uma decepção amorosa. Um amor não correspondido. Uma imagem achatada. Um trauma de infância não resolvido. D'us conhece nossa dor e pode curar a ferida. Ele é o terapeuta eficaz da alma, pois só ele pode perdoar pecados, aliviar consciência, dar paz à alma e conceder A VIDA ETERNA.