terça-feira, 13 de setembro de 2016

Espiritualidade.

A própria palavra provoca uma cavalgada de descrições, que varia entre o que encontramos no fundo de uma garrafa de tequila, a religião, a cultos, a fantasmas e a gnomos. Mas o que é essa coisa a que chamamos de "espiritualidade?" É um lugar como o céu? É uma religião como o Cristianismo, o Judaísmo ou o Islã? É uma condição? É um estado de 
espírito? Ou é uma combinação?
Se considerarmos a carência do qual sofremos, nós podemos resumi-la.
Seja o que a espiritualidade for, não é definitivamente daqui, deste mundo em que vivemos, comemos, dormimos, respiramos e satisfazemos uma quantidade
generosa dos nossos desejos. O tema tem sido discutido, refutado, pontificado, enterrado, e ressuscitado mais vezes do que pode ser enumerado. Contudo,
qualquer que seja a razão, uma definição única de “espiritualidade” ainda nos escapa.
Tendo sido examinada de vários sentidos, a maioria das pessoas
concorda com um fato: a espiritualidade é onde a “alma” reside. Em outras palavras, é o meio ambiente da alma. Isto é tudo muito bom, mas não define
nada até sabermos o que é uma alma. É como dizer a alguém de outro planeta que "isto é uma casa de cachorro" sem saber o que é um cachorro.
Em geral, existem quatro atitudes comuns acerca da alma, bem como da nossa existência física e espiritual. Essas quatro atitudes são religiosa, secular, científica e filosófica.

Fonte: Luiz Gomes Hohenzoller.

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