domingo, 25 de setembro de 2016

Parashah. 24/09 /2016.

"O erro pode ser relativo mas não podemos relativizar nossa intenção."

Quando pensamos nas nossas necessidades normalmente nossa kavanah (intenção) é perfeita. Contudo muitas vezes a necessidade do outro, não nos parece tão importante ou iminente. Quando a Torah fala do órfão, viúva e estrangeiro, trata de necessidades que são mais importantes do que as nossas próprias, porque quando nos preocupamos com aqueles que mais necessitam, a forma como pensamos irá determinar a nossa kavanah. Preocupação essa que não pode ser trampolim para engrandecer nossos egos ou para criarmos uma relação de dependência. Nossa intenção vai justificar nosso caracter e nossa verdadeira relação com o Altíssimo. Pois podemos tornar o erro relativo mas não podemos relativizar nossa kavanah para com a Torah e consequentemente, para com Hashem. Talvez não consigamos cumprir, num ou noutro momento, o que é  correto dentro da Torah, mas se nossa dedicação e empenho em não errar for verdadeiro, então estamos no caminho da bênção e fora do caminho da maldição. As bênçãos e maldições são os pesos da balança de nosso comportamento.
Resumo tirado: parashah deste shabat 24/ 09/2016.

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