quarta-feira, 29 de março de 2017

“Havia um bando de ladrões".

“Havia um bando de ladrões que
aterrorizava os habitantes de um distante reinado. Mas após uma longa caçada, o rei finalmente conseguiu prender o bando e todos os ladrões foram jogados na prisão.
Alguns ladrões continuaram sonhando com a liberdade e, apesar da prisão ser considerada impossível de escapar, eles continuavam motivados e ficavam o tempo inteiro tramando planos de fuga e esperando a oportunidade certa. Mas os outros ladrões com o tempo se acomodaram, se acostumaram com a ideia de que estavam presos e que sua liberdade havia acabado para sempre.
Certo dia, os portões da prisão amanheceram abertos. Tudo o que faltava para a sonhada liberdade era apenas se levantar e sair da prisão. Aqueles que ansiavam pela liberdade assim fizeram, e facilmente escaparam. Mas os outros, apesar das portas abertas, permaneceram na prisão, e pelos mais variados motivos. Alguns não acreditaram que as portas da prisão estavam realmente abertas. Outros tiveram medo de sair por causa do desconhecido, não sabiam o que os esperaria do lado de fora. E um terceiro grupo permaneceu na prisão apenas pela força do hábito. Já estavam tão acostumados com a ideia de estarem confinados dentro daquela estreita cela que já não podiam mais se imaginar completamente livres”
Assim acontece conosco. Vivemos em uma prisão, mas que está trancada apenas em nossas mentes. Uma prisão que nos limita, que não nos deixa crescer, que não nos deixa perceber nosso verdadeiro potencial. Se quisermos a liberdade verdadeira, o primeiro passo é querer sair. Pois uma das piores desgraças para o ser humano é quando abrimos mão da nossa liberdade e aceitamos viver uma vida de prisioneiros, mesmo quando as portas para escapar estão completamente abertas...

(Do mural do Sami R. Por Rav Efraim)

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