quarta-feira, 18 de abril de 2012

Não existem coincidencias.......

                                          
                                          Nada na vida é por acaso.

                                 vi este video em meu facebook
                                gostei muito então postei aqui
                               obrigada por fazer este video
                              é muito interessente e divertido,
                              me fez pensa em minha vida.
                            

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Gam Ki Elech



         Recebi de um chaver e resolvi postar aqui.
        obrigada:  Hayme Fernandes
         
    
    

אמא תגידי לי שיר מדהים ומרגש!!      

mitsvá...

Hareini Mekabail Alai Mitzvat ASEI Shel V'ahavta L'rayacha Kamocha (Ze Klal Gadol Ba Torah)

 (Aceito sobre mim a mitsvá de amar o meu próximo como a mim mesmo).

A importância de harmonizar o corpo e a alma.

KABALAH DA SAÚDE PARTE II

A importância de harmonizar o corpo e a alma

Em nosso primeiro artigo citamos as palavras do Rambam que afirmam que; "A saúde corporal e o bem-estar são parte do caminho de D’us, uma vez que é praticamente impossível saber ou entender acerca do Criador, estando debilitado. É preciso, portanto, evitar qualquer coisa que possa prejudicar o corpo e cultivar hábitos saudáveis " ( Mishnê Torá, Hilkhot De'ot 4:1) .

Sendo assim, fica evidente que devemos despertar em nossa alma, hoje o desejo de preservar e condicionar nosso corpo a praticar aquilo que produz saúde e harmonia plena entre o corpo e a alma.

Sim, é necessário, harmonizar o corpo e a alma, compreendendo a função de cada órgão, mantendo-os saudáveis e conectados a sua fonte principal!

Rabi Chaim Vital (1542-1620), principal discípulo do Ari, explica a relação entre a alma e o corpo da seguinte forma:
"O corpo é uma peça em que a alma espiritual, que é o próprio homem, reveste-se durante a sua estada neste mundo. Assim como um alfaiate faz uma peça de roupa, D’us, criou vestes corporais....” (ver Ohalot 1:8 e Maccot 23b).

“Os membros da alma são então capazes de desempenhar as suas funções através de seus instrumentos, os membros do corpo, que são como um machado nas mãos da pessoa que deve usá-lo para cortar. Assim, os olhos e os ouvidos físicos enxergam e ouvem apenas quando a alma está neles, mas no momento em que a alma deixa o corpo, os olhos ficam escuros e todas as sensações e vitalidade se afasta dos membros e órgãos... Quando a vitalidade deixa o fluxo, e os canais, acontece a decadência do corpo que se decompõem...” ( Shaarey kedushá I: 1).

Shofar

“Quando a Shofar soar, e os mortos se levantarem…”, diz o velho hino. Essa é uma canção clássica que invoca imagens, enfatizadas por pastores eloquentes, de sepulcros físicos se abrindo ao toque da grande Shofar de D'us que desperta os mortos. Infelizmente, a canção não retrata fielmente a verdade bíblica da ressurreição.”
Muitos estudantes da Bíblia não percebem que o Antigo Testamento contém a profecia de fundo do som da Shofar de D'us. Em Yeshaiahu  (Isaías) 27:12-13 Jeová prometeu: “E será naquele dia que o Senhor debulhará seus cereais desde as correntes do rio, até ao rio do Egito; e vós, ó filhos de Israel, sereis colhidos um a um. E será naquele dia que se tocará uma grande Shofar, e os que andavam perdidos pela terra da Assíria, e os que foram desterrados para a terra do Egito, tornarão a vir, e adorarão ao Senhor no monte santo em Jerusalém”.

Perceba que Yeshaiahu (Isaías) diz que a Shofar de D'us soaria e os exilados de Israel seriam reunidos. Há vários fatores importantes aqui.

Yeshaiahu (Isaías) está simplesmente reiterando a antiga promessa da reunião do povo disperso de D'us, isto é, o remanescente. Este é um dos mais notáveis conceitos das predições messiânicas.

(Humor Judaico)


Um rabino encontra um casal e pergunta quantos filhos têm.
"Infelizmente não fomos abençoados com nenhum filho ainda."
"Deixem-me então escrever seus nomes num papel e colocá-lo no Kotel (Muro das
Lamentações) para uma benção.
Cinco anos depois ele encontra a senhora novamente e lhe pergunta:
"Então, como vai a família?"
"Ótimo rabino, fomos abençoados com 10 filhos; dois pares de gémeos e dois
grupos de trigemeos."
"Impressionante! Quero parabenizar a senhora e seu marido, onde está ele?"
"Ele está em Israel." Ela responde.
"O que está fazendo lá?"
"Tentando achar o papelzinho que o senhor colocou no Muro..."

Matisyahu


                                                                 Matisyahu

Uma história de todos os dias!

Uma história
fantástica, e simples... Para ler obrigatoriamente!!!! Uma
história de todos os dias!

Dois homens,

ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um
deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes,
para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava

junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar
sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam
das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos,
onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando
o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a
descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia
ver do lado de fora da janela.

O homem da cama
do lado começou a viver à espera desses períodos
de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a
atividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava
para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água
enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens
namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de
todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes
acariciavam a paisagem, e uma tênue vista da silhueta da cidade
podia ser vista no horizonte.

Enquanto o homem
da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário
pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e
imaginava a pitoresca cena.

Um dia, o homem
perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro
homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la
e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a refratava através
de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram.

Uma manhã,
a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos,
e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido
calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários
do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe
pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado
na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira
deixou o quarto.

Lentamente,
e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar
o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente
olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma
parede de tijolo!

O homem perguntou
à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro
de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do
lado de fora da janela.

A enfermeira
respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.
"Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".

Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar
dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade
da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres
sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não
pode comprar.