terça-feira, 17 de maio de 2016

A prece da mulher.

São muitos os exemplos na tradição judaica mencionando o poder da prece da mulher.
Rachel, Miriam, Dvora – cada uma delas é lembrada até hoje pelo seu impulso feminino de implorar ou dar graças a D’us. Naturalmente, isso nos vem à mente quando lemos sobre Mulheres do Muro e seu ativismo ao rezar no Muro Ocidental remanescente do Templo Sagrado em Jerusalém, em maneiras que causam comoção.
Apesar de os patriarcas do povo judeu – Avraham, Yitschac e Yaacov – fossem a inspiração para as tradicionais três preces diárias, não foram eles, mas sim uma mulher humilde, sofrida, desconhecida na época, que os sábios talmúdicos escolheram para aprender como estabelecer as leis da prece, especialmente no que diz respeito à Amidá, a mais sagrada das nossas preces diárias.

Certamente havia algo sobre a qualidade da prece de Chana, a humildade e a sinceridade de suas palavras exortando D’us a responder aos seus anseios mais profundos, que tornou sua tefilá tão eficaz a ponto de tornar-se um modelo não apenas para as mulheres, mas também para os homens, sobre como devemos nos comportar durante a prece.
O Talmud nos mostra: “Rav Himnuna disse: ‘quantas leis importantes podemos derivar dos versículos que falam sobre Chana’. ‘Ela falava em seu coração’, com isso sabemos que se deve rezar com intenção. ‘Somente seus lábios se moviam’, daqui sabemos que a pessoa deve formar as palavras claramente com seus lábios. ‘Sua voz não era ouvida’, daqui sabemos que deve-se rezar silenciosamente…” (Bav li, Berachot 31a).
Embora pela Lei Judaica as mulheres sejam isentas de cumprir mitsvot ligadas a um determinado horário, a mitsvá da tefila também aplica-se a elas. No decorrer dos tempos, nas comunidades judaicas as mulheres sempre adotaram a prece como sua própria mitsvá, rezando com integridade, atentas ao poder da prece que brota do coração com kavaná (intenção) descompromissada.
É verdade que vivemos numa época em que, quanto mais alto melhor, e que chamar a atenção é uma virtude.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O principal tema de um casamento.


O Baal HaTanya explica que o principal tema de um casamento é a alegria da noiva e do noivo, que advém da união de dois indivíduos que foram destinados um ao outro ainda antes de terem nascido, mas que estiveram separados durante muitos anos. Antes que suas almas viessem a este mundo, eles se conheciam e tinham um relacionamento, que foi cortado após seu nascimento. Pois, como nasceram de pais diferentes, que talvez até vivessem em países diferentes, em muitos casos levou décadas até que essas almas voltassem a se encontrar. A grande alegria de sua reunião, após anos de separação, de saudade e nostalgia, é a fonte do júbilo de um casamento.
De modo semelhante, quando uma alma desce a este mundo, ela se separa de todas as almas que estavam juntas a ela no Jardim do Éden.
Enquanto ela permanecer neste mundo, essas almas sentem sua falta. Quando ela deixa este mundo e retorna a seu lar original, Gan Eden, essas almas celebram e se rejubilam com essa reunião. O júbilo por essa volta e essa reunião nos Céus é tão grande que supera a tristeza das pessoas em nosso mundo quando de seu falecimento. As pessoas que aqui ficam devem tentar – por mais difícil que seja – vencer sua tristeza e entender que a alma que deixou este mundo está feliz de ter chegado a um lugar mais feliz. Um texto antigo recorda um elogio fúnebre da época talmúdica: “Chore pelos enlutados, mas não por quem parte; pois ele partiu para o descanso, e nós, para o lamento”.
Fonte: Morashá - Lag BaOmer e o Rabi Shimon Bar Yochai

Em todo o lugar do mundo

"Em todo o lugar do mundo, os pais brincam de esconde-esconde com seus filhos. Uma das principais descobertas da vida, uma das bases do desenvolvimento humano é entender que algo está lá mesmo quando não se pode vê-lo, que o mundo não é definido por nossa percepção subjetiva, que existe algo que é absolutamente – quer estejamos cientes dele, quer não. Nossa vida inteira e o mundo inteiro nada mais são do que D’us jogando esse mesmo jogo conosco. Ele nos olha ligeiramente com um milagre e em seguida Se esconde atrás da natureza. Por fim, nós procuramos atrás da natureza e lá O encontramos."

 Menachem Mendel Schneerson

Sucos para tratar sinusite com alho e brócolis

Sucos para tratar sinusite com alho e brócolis

Ingredientes
3 talos de alho
1/2 cebola
1 dente de alho
1 talo de brócolis
1 maçã
Modo de preparo
Em uma máquina de fazer suco, processe o aipo com a cebola, o alho, o brócolis e a maçã. Misture, despeje em um copo e sirva.
Observação: Cuidado, esta bebida é muito forte, Só de prepará-la os seus olhos já vão encher de água. Mas é imbatível no que diz respeito a poder antioxidante e antibacteriano.
Fonte: Remédios da terra.

Você sabe por que as pessoas gritam?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos: "Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?", questionou novamente o pensador. "Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: "Então, não é possível falar-lhe em voz baixa?" Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então, ele esclareceu: "Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir essa distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham e basta. Seus corações se entendem... É isso o que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador concluiu, dizendo: "Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."
Você já pensou nisso? Então... está esperando o quê? Falem baixinho... deixem seus corações se ouvirem...


Márcia - Psicoterapeuta/Psicanalista

quinta-feira, 5 de maio de 2016

TORTA DE LIMÃO

INGREDIENTES

MASSA:
200 g de biscoito de maisena
150 g de margarina

RECHEIO:
1 lata de leite condensado (395g)
1 caixa de creme de leite (200g)
suco de 4 limões
raspas de 2 limões

COBERTURA:
3 ou 4 claras de ovo
3 colheres (sopa) de açúcar
raspas de 2 limões para decorar

MODO DE PREPARO

MASSA:
Triture o biscoito de maisena em um liquidificador ou processador
Junte a margarina e bata mais um pouco
Despeje a massa em uma forma de fundo removível (27 cm de diâmetro)
Com as mãos, espalhe os biscoitos triturados no fundo e nas laterais da forma, cobrindo toda área de maneira uniforme
Leve ao forno médio (180° C), preaquecido, por aproximadamente 10 minutos

RECHEIO:
Bata todos os ingredientes no liquidificador (exceto as raspas de limão) até obter um creme liso e firme
Recheie a massa já assada e leve à geladeira por 30 minutos

COBERTURA:
Bata as claras em neve e acrescente o açúcar
Misture até obter um ponto de suspiro e leve ao forno até dourar
Desenforme a torta (sem retirar o fundo falso), despeje a cobertura e acrescente as raspas de limão

SOPA CREME DE PALMITO COM ALHO PORÓ

1 colher de sopa de manteiga
1 cebola picada
2 talos de alho poró cortados em fatias finas
3 vidros de palmito picados
750ml de caldo de frango ou de legumes
Sal a gosto
Pimenta do Reino a gosto 1 caixinha de creme de leite
Manjericão picadinho para salpicar




Modo de Preparo:

Refogue a cebola na manteiga por aproximadamente 5 minutos. Adicione o alho-poró e refogue por 10 minutos. Acrescente o caldo de frango ou legume, deixe ferver e tempere com sal e pimenta do reino, baixe o fogo e deixe cozinhando por 15 minutos. Acrescente o palmito e cozinhe por mais 5 minutos. Acrescente 1 caixinha de creme de leite e deixe cozinhar por uns 10 min em fogo baixo, mexendo de tempo em tempo. Corrija o sal e a pimenta se necessário. Para finalizar salpique com manjericão

A carroça vazia


Certa manhã um pai convidou seu filho para um passeio no sítio, e o menino aceitou com prazer. Aí o pai parou perto de uma árvore e perguntou:
- Além dos passarinhos, você está ouvindo alguma coisa?

O menino prestou atenção e respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, filho, é o barulho de uma carroça vazia.
- Ora, pai, como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?
- Filho, a gente sabe que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia, mais barulho ela faz.