segunda-feira, 31 de outubro de 2016

A Família.

A família é de grande importância dentro de qualquer organização comunitária. A família tradicional tem sua formação na união de duas pessoas, homem e mulher. Mas essa unidade prevista na Torah (Bereshit.1-17), vem do compromisso verdadeiro entre as almas. Hashem perfeito nos quer perfeito e a fidelidade necessária a um casal, é a virtude máxima desse encontro. Para o um homem que se diz único para sua companheira, não pode haver outra possibilidade que não seja aquela que Hashem assim designou. (Rab. David A. Cooper - Mística Judaica). Não pode haver uma segunda, terceira ou outra opção, já que seria uma adulteração. Para a mulher a Torah é clara quanto à  essa reparação. Para o homem também existem juízos (Devarim). Um homem assim como uma mulher serão de apenas um, todas as vezes que respeitarem o recato a exclusividade e a Torah. Sempre  que transgrediram ainda que sem contato deliberado físico, o erro se fará presente e com ele a maldição. Portanto a base familiar deve vir do exemplo e da atenção, aquilo que o Altíssimo determinou, homem e mulher Ele os criou. Todo desvio do caminho é tempo para reflexão e reparo. A Torá nos ensina que os casamentos são 'combinados' nos Céus. Diz o Talmud (no tratado Sotá 2a): 'Quarenta dias antes da concepção é decretado nos Céus que a filha desta pessoa está prometida ao filho daquela outra'. Portanto qualquer desvio é abominação.

domingo, 30 de outubro de 2016

Sentimentos.

Se não podermos extirpar a vaidade que nos corrompe, podemos ao menos vigia-la. Se não podermos acrescentar 1 minuto a mais em nossas vidas, podemos pelo menos valorizar cada segundo, se não podermos construir grandes troféus de virtude, ao menos podemos exercer a virtude dos Justos. Amparados em Ruach Hakodesh (Espírito Santo) que sobre nós paira, vamos caminhando sempre na direção da Arca da Aliança, na buscas pelos caminhos Daquele que nos conhece desde o ventre.


Pensamento.

Eu Espírito criado por Hashem.
Penso em Hashem, penso na vida, penso em tudo que me cerca e me interrogo a respeito da função de tudo quanto vibra, de tudo quanto existe sob os céus e guardo grande admiração em saber sobre mim mesmo.
Serei, tão-somente, um corpo que desfila inteligentes quão misteriosas habilidades?
Não, talvez um caminhante, em meio à gigantesca massa humana, destinado a encarar complicados problemas, a enfrentar desafios.
Das incertezas uma certeza, somos únicos perante o Altíssimo.

Shavua tov.


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Brasiliana. A menina em Riace.

Quero agradecer a minha grande amiga Nanda Gois.
Pelo lindo presente. 
"O livro"
Brasiliana a menina em Riace. 


Autora Nanda Gois 
                        Obrigada amiga

Posso dizer que estou gostando muito do livro.
Se alguem se interessar pelo livro entre em contato com minha amiga pelo facebooker ou pelo seu blog.



quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Mulheres sábias, casa de pé.

Mulheres sábias não são Mulheres perfeitas.
Mulheres sábias erram, mas buscam sabedoria em D"us para consertar seus erros, e lidar com todas as suas questões pessoais e as questões da casa.
A sabedoria de D"us nos ajuda a  dar sempre o primeiro passo. Nos ajuda a semear amor, mesmo quando não recebemos; nos ajuda a calar e a falar na hora certa com o esposo, a falar com os filhos buscando o coração deles e mais do que repreendê-los, nos ajuda a não desesperar porque sabemos que D"us está no controle, não nós;  nos ajuda a ver que a família como um bem que vale a pena todo sacrifício e esforço, e nos ajuda a ver as coisas com FÉ.

📖 Provérbios 14.1 ✏ "A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derruba."

A mulher sábia traz D"us, seu amor,  e sua sabedoria para dentro de casa.

AFINAL, O QUE É RESILIÊNCIA?

Das maiores lições que aprendi foi a tal da resiliência. A palavra pode estar na moda, mas nem de longe, é algo que se pratique com facilidade. É preciso maturidade e força de espírito para vivenciá-la na prática.

exemplo : se uma criança morre de medo de injeção, pode ser que no momento da aplicação, de medo e revolta, ela comece a chorar, gritar e a debater-se. Como o medicamento deve ser tomado, alguém irá segurar a criança até que ela esteja então medicada. Mas é claro que o choro, os gritos e o “ser segurado à força” acabam sendo muito mais traumáticos do que apenas a dor de uma agulhada.

Temos tanto medo de sofrer, que somos capazes de fazer tudo contra uma possível dor, na crença de que somos fortes o bastante para eliminar os sofrimentos de nossas vidas.

Somos tão inocentes e imaturos, que durante a maior parte da vida choramos, gritamos e nos debatemos exatamente como aquela criança. E quem nos segura é a própria vida, que nos imobiliza ainda mais, quando tentamos fugir de uma determinada situação.

Se eu me revolto em relação a minha família, a minha raiva me faz sofrer ainda mais aquilo que já me machuca. E quanto mais eu alimento este sentimento, maior ele fica. O sofrimento cresce à mesma medida em que eu vou me tornando mais dependente deste rancor.


Se no trabalho eu não aceito como as coisas funcionam, mais elas continuarão a funcionar da maneira que me incomoda.

Se a pessoa que eu amo me irrita de uma determinada maneira e eu não aceito esta determinada característica, cada vez mais visível este ponto se torna para mim.

Quanto mais eu não gosto de uma pessoa, mais eu terei que conviver com a mesma.

É incrível o poder da atração que a raiva e a revolta possuem. Quanto mais eu não quero uma coisa, mais esta coisa gruda em mim.


Não é fácil aceitar todos os familiares exatamente como eles são. Nem as situações no trabalho, quando elas parecem injustas ou ruins. Ou ainda a pessoa que eu espero ter o resto da vida ao meu lado, com um defeito irritante. Ou então conviver com alguém que eu detesto. Nada disso é fácil.

E então, como funciona a tal da resiliência nisso tudo?

Aceitando tudo e a todos exatamente como eles são. Este é o primeiro e maior passo. Quando eu paro de brigar internamente, mentalmente, com aquilo que me incomoda, eu dou início a um “acalmar” dos ânimos.

Quando eu paro de julgar os meus familiares e entendo que eles têm o direito de ser como são e me lembro de que eu também tenho defeitos, toda a raiva e revolta dá lugar a uma paz de espírito antes nunca sentida. O aceitar as diferenças inclui aquilo que me incomoda. O que difere daquilo que eu sou ou penso, visto com respeito, me torna humilde e livre, uma vez que compreendo também as minhas imperfeições.

Somos todos iguais, seres errantes, aprendendo uma lição por dia, na dor que a vida nos impõe. E nas poucas alegrias que ela verdadeiramente oferece.

Se no trabalho alguém me incomoda ou algo me perturba, entendo que de alguma maneira irei crescer com aquilo. Seja no dom da paciência e da tolerância, ou no me sobressair com calma e autocontrole. É mais do que talento o ser que se autodomina. É a liderança de si mesmo num mundo onde tantos ainda acreditam que ser forte é questão de autoridade em relação aos outros.

Aceitação é a palavra chave para uma vida menos sofrida. Porque quando um sofrimento chega, o me debater apenas prolonga e intensifica a dor. Quando eu aceito, permito que a dor chegue, observo, analiso e aprendo algo com ela. Desta forma, assim como a injeção da pequena criança pode se tornar um drama ou uma leve picada, nossas vidas podem se tornar mais fáceis, se eu aceito o que a vida me impõe.

Nada vem sem alguma lição. E quanto mais eu aceito o que chega, mais rápido também se vai.

Resiliência não é um ato e nem um momento. Resiliência é prática, e constante. Aprendizado que nos ilumina por dentro. E depois por fora.

A informação salva vidas 

Fonte: Fábio Oliveira
Psicanálise clínica

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Rabi Menachem Mendel Schneerson.

O sétimo Rebe de Lubavitch, tem sido descrito como a mais extraordinária personalidade
judaica de nosso tempo.
Para as dezenas de milhares de seus chassidim e centenas de milhares de simpatizantes e admiradores ao redor do mundo, ele é “o Rebe”, a figura contemporânea predominante no Judaísmo e,indubitavelmente, mais do que qualquer outra, a personalidade particularmente responsável por ativar a consciência e o despertar espiritual do mundo judaico.
Como líder mundial do Movimento Chabad-Luba­vitch, ele implementou maciços programas educacionais, sociais e de reabilitação, que despertaram nas massas judias uma consciência e um retorno ao verdadeiro Judaísmo da Torá.
De Melbourne a Londres, de Casablanca a Los Angeles, pelas várias escolas Lubavitch, Casas de Chabad, centros juvenis e diversas instituições e atividades estabelecidas e mantidas pelos esforços  Fé e Ciência do Rebe, inúmeros judeus “perdidos” encontram “seu caminho de volta para casa”.


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Bênção de lavagens das mãos.

🔯DICA DO DIA🔯
Já fizeram a netilat iadayim hoje?
 Ai vai a reza para quem não sabe!

Baruch ata Adonai Elokeinu Melech haolam, asher kideshánu bemitsvotáv, vetsivánu al netilat iadayim.

Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Elokim, Rei do Universo, que nos santificaste com os Teus Mandamentos e nos ordenaste lavar as mãos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Sukot

Quando pensamos em sukot, nós Judeus pensamos em algo a mais do que o simples vivênciar uma passagem ou aventura infantil numa cabana. Quando nosso povo peregrinou pelo deserto, Hashem em sua infinita misericórdia nos abençou com com as palhas e poucos frutos, nos livrando do sol da chuva fina e do vento. O abrigo do recolhimento é momento da nossa reparação, nesse momento de profundo encontro não estamos tristes, mas também não estamos ali para festejar o profano. Não se trata de comer e beber  numa barraca no campo, antes trata-se do Tikun, reparação. Aquela que saúdam o lugar do Altíssimo sem a devida reverência, não é digno de colocar os pés em terra santa. Que saibamos diferenciar usos e costumes da grandiosa permissão que vem de Hashem em sermos um com ele. Não podemos permitir que a blasfêmia nos sangre o espírito. Portanto tiremos nossas sandálias espirituais, todas as vezes que referenciarmos as coisas do Altíssimo.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Shemuel Alef


O profeta Shemuel recebeu uma ordem de D"us: ungir um rei para Israel que substituísse a Saul. Então, ele foi até a casa de Ishai, em Belém, para consagrar um dos filhos daquele homem. Quando estava no
lugar que D"us havia mostrado, Shemuel ficou impressionado com a aparência e o porte físico de um homem chamado Eliav e logo pensou: "Certamente está diante de mim o rei de Israel" (1 Shemuel 16: 6).
Na mesma hora, D"us chamou sua atenção e lhe advertiu: "Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração" (1 Shemuel 16:7).
Shemuel quis ungir o novo rei de Israel apenas com seus olhos humanos, mas acabou sendo corrigido por D"us. Devemos entender que a nossa visão humana é muito limitada, mas a visão de D"us enxerga muito além, bem diferente de nós. Sendo assim, podemos afirmar que:
A visão de D"us vê o melhor em nós. Muitas pessoas se sentem fracas e incapazes, por isso não conseguem ser felizes. Um dos motivos que nos faz ter uma visão errada de nós mesmos é que temos muita facilidade em enxergar nossos defeitos, falhas e fracassos, e isso rouba a nossa alegria. Também temos uma visão errada das outras pessoas e acabamos julgando-as de acordo com suas limitações. Veja o caso de Moisés: sem-terra, fracassado, morava de favor na casa do sogro. Aos nossos olhos, aquele homem não tinha nenhuma perspectiva de futuro, mas D"us o honrou e o transformou no grande libertador do povo de Israel.
A verdade é que nem mesmo Moisés se achava capaz de realizar as obras de D"us, pois era tímido e tinha uma visão distorcida de si mesmo. Porém, D"us sempre vê o que há de melhor em nós e a história de Moisés nos mostra a grande diferença entre o homem e o Senhor. Nós vemos a fraqueza, D"us vê o nosso potencial. Ele chama os rejeitados, os tímidos, os esquecidos e os torna valentes e vencedores.
A visão humana costuma valorizar os dons, a beleza exterior, o nível social, a formação familiar, a cultura, a capacidade intelectual e tantos outros atributos, mas, para D"us, essas coisas não são importantes. Enquanto nos preocupamos com os "rótulos", o Senhor prefere enxergar o "conteúdo".
Enquanto os olhares humanos te julgam por aquilo que você aparenta ser no momento, D"us olha para você sabendo quem você será amanhã. É muito bom saber disso! Eliav apesar do seu porte físico e boa aparência, foi rejeitado por D"us. A Torá  conta que os três filhos mais velhos de Ishai  (Eliav, Avinadav e Shamá) tinham seguido Saul durante a guerra, mas, assim como todos os outros homens do exército de Israel, fugiram ao serem desafiados por Golias. Será então, que algum destes deveria ser ungido rei do povo de D"us? de modo algum!
Quem diria que o jovem e esquecido pastor de ovelhas David venceria o gigante e seria escolhido rei? Que o tímido Moisés se tornaria o grande libertador de Israel das mãos de Faraó? E o que podemos dizer das nossas vidas? Por que D"us não poderia nos usar também? Refletindo na forma como D"us vê, quero te dizer:
Jamais duvide do que D"us pode fazer por você. Acredite que a obra que D"us está fazendo em sua vida surpreenderá muita gente. Entenda que D"us escolhe pessoas pequenas para torná-las grandes em Suas mãos. Ele pode te escolher exatamente por você não ser nada aos olhos dos homens. O Senhor pode te escolher porque ninguém jamais te escolheria!
D"us vos abençoe