quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aborto.

Um bebê de 3 meses.
Pra muitos ainda não é uma vida, pra mim já é um bebê perfeito, um filho com o coração forte, que se mexe, pula e vive dentro de sua mãe.
Com 12 semanas o bebê já tem bracinhos, dedinhos, perninhas, pesinhos, já tem olhinho, boquinha e o principal, um coração forte que bate rapidamente.
Eu sou contra o aborto! É uma vida sim e eu sou a favor dela.

Créditos: Depois de Mãe

domingo, 27 de novembro de 2016

Troca de nomes.

Por que trocamos os nomes na cultura e religião Judaica?

Com toda certeza não é por uma questão estética ou outra intenção qualquer. A única intenção diz respeito a santificação(Kadosh). Tiremos como exemplo a segunda esposa de Abraão Avinu.

Sabe-se que os nomes da Torá têm um significado simbólico e  Espiritual. 
Assim Avram tornou-se Avraham,
no caso de Ketura, (Bereshit-Genesis 24.1) anteriormente chamada de Agar, o que provocou a mudança no nome, era que ela tinha finalmente abandonaram suas crenças idólatras e hábitos imorais, para se tornar uma líder de um grupo de seguidores de Avraham e Noach, então o seu nome egípcio antigo  não tinha razão de ser, e com isso uma nova identificação se fez necessária passando então a ter um novo sentido como foi identificado com o seu novo nome,   "Ketura" que significa "junto ao Eterno."

Hoje muitas vezes nós procedemos da mesma forma com as pessoas, sendo gentios nascidos, que se convertem ao judaismo que se tornam pessoas judaicas para todos os efeitos legais, não são chamados pelo nome antigo, mas pelo nome adotado na época da sua conversão formal e espiritual ao Judaísmo.

"Agar" não era uma convertida ao judaísmo, porque não existia judaismo naquela época, mas tornou-se uma mulher "junto ao Eterno", fiel e, assim, passou a ser chamada e  conhecida como Ketura. Que não se troque o nome por vaidade, porque se não muda totalmente seus hábitos e se mantém com vínculos de hipocrisia e escândalo, então ao invés de bênçãos, trará  para si maldição para sua vida.


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O que fazes?

Talvez o que te preenche não seja a luz que vagueia. Talvez o que preencha não seja o som ou o sabor de um céu de estrelas. Pode ser que a melhor constelação seja aquela que ainda não encontramos. Fagulhas e gotas de um sentimento que não completa porque já não há o que completar. Talvez..

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Os anos de Sara foram...

Estes foram os anos de Sara. - Gênesis 23: 1

Sarah teve dois conjuntos de anos para sua vida, porque ela merecia uma vida mais elevada também. Por Sarah mais do que qualquer outra pessoa? Porque ela desceu ao Egito e levantou-se. - Zohar
Você veio a esta vida para alcançar uma vida mais elevada. No entanto, quaisquer alturas espirituais que você possa alcançar nesta vida não podem se comparar com as alturas de sua alma antes que ela fosse espremida nas limitações de um corpo. Antes que descesse ao Egito.
Ou seja, até que você faça o que foi colocado diante de você para fazer, até que você trabalhe com este Egito no qual você foi enviado, segurando a sua integridade, enchendo cada ato com significado, redimindo as jóias que foram perdidas entre as cinzas .
Então você se elevará mais do que qualquer coisa que sua alma pudesse alcançar. Mesmo vivendo neste mundo, você terá uma vida mais elevada.

Sara, a mulher Judia.

O Midrash nos conta que Sara mereceu três milagres especiais porque era meticulosa na observância das três "mitzvot" dadas especificamente às mulheres:
acender as velas do Shabat ("Hadlakat "n"erot"), separar a "CHalá" da massa, e cumprir as leis relacionadas à pureza familiar("Nidá") – é o acróstico de CHANAH. Em troca, D'us a recompensou com três bênçãos:
Por ser cuidadosa em tirar a chalá, sua massa foi abençoada.
 Como recompensa por cumprir a "mitzvá" de acendimento das velas, suas luzes ardiam da véspera de um Shabat até o próximo.
 Por seguir as leis de "Taharat Hamishpachá", Pureza Familiar, a nuvem da "Shechiná" pairava sobre sua tenda, pois o estado de pureza atrai a Presença Divina.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Som no Universo.

São as referências ao Reb Menachem Mendel

Nós Judeus...

O nosso saber e entendimento da Divindade são grandes e 
importantes no Serviço a D’us, e apesar de a fé encontrar-se em 
um grau superior, o mérito de entender a Divindade é maior e 
mais elevado. Assim também nos foi ordenado: “E saberás hoje, e 
levarás ao teu coração que o Senhor é D’us.” 
*E ainda foi dito: “Conhece o D’us do teu patriarca.” 
E duas vezes ao dia nós testemunhamos: “Ouve, ó Israel, o Senhor é nosso D’us, o Senhor é Um” – ouvir refere-se a entendi-
mento (Bereshit, 41:15 e 42:23). 
*Assim também é a decisão legal do Rambam, [que constitui] 
norma de ação, de que o mandamento é “saber que existe uma Causa Primeira...”, e não nos foi ordenado “crer”. Além disso, ali 
consta que “o conhecimento disso é um mandamento de ação, 
conforme está escrito, ‘Eu Sou o Senhor, teu D’us’.” 
Tudo o que foi mencionado significa que, além da fé, devemos 
também entender e conhecer D’us tanto quanto possível. É claro 
que o conhecimento possível da Divindade é apenas um conheci-
mento da Sua Existência, e não de Sua Essência.


Resumo da Parashat Semanal

Chayê Sara - Gênesis 23:1 - 25:18

Chayê Sara começa com a morte de Sara na idade de 127, e a busca de Avraham (Abraão) por um local apropriado que fosse digno de sua grandeza. Avraham recusa-se a aceitar a generosa oferta de Efron (um membro da nação chitita que vivia na terra de Israel) de dar-lhe Mearat Hamachpela na cidade de Hebron sem custo algum, e Avraham termina por pagar uma enorme soma de dinheiro pelo lote, onde finalmente sepulta sua amada esposa.

Avraham envia seu fiel servo, Eliezer, de volta a seu país de origem e à sua família, a fim de encontrar uma esposa conveniente para Yitschac. Chegando à cidade de Aram Naharaim, Eliezer alinhava um plano pelo qual conseguirá selecionar uma moça recatada e generosa, apropriada para o filho de seu amo.

Eliezer reza a D'us para que Ele lhe conceda sucesso nesta missão, fazendo o plano funcionar. Decide ficar à beira do poço da cidade, esperando que uma moça lhe ofereça e a seus camelos, água para beber. Esta pessoa, que dar-se-ia ao trabalho de puxar água para um estranho e seus dez camelos, indo além do cumprimento do dever, certamente possuiria um grande caráter.

Rivka passa pelo teste, e após receber presentes enviados por Avraham, ela leva Eliezer à casa de seu pai. Eliezer conta os eventos do dia à família da moça e pede a Rivca que volte com ele para desposar Yitschac. Ela aceita, e eles se casam.

Com o papel de Avraham como pai do povo judeu completado, e o manto da liderança passado à próxima geração, a porção se encerra com uma breve genealogia dos outros filhos de Avraham com sua esposa Keturá (que muitos comentaristas afirmam ser na verdade Hagar) e sua morte com a idade de 175.

Ele é enterrado ao lado de Sara pelos seus dois filhos mais velhos, Yitschac e Ishmael.

Fonte: chabad.org

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ventos contrários.

Existem ventos contrários que nos vem com a única intenção de nos derrubar, nos desestabilizar e tirar a nossa paz. Mas por mais forte que sejam esses ventos, não será mais forte e nem mais poderoso que D"us.
Quando existe D"us em nossas vidas, quando Ele habita em nosso coração não tem vento forte que nos derrube, e se alguém tentar se levantar para nos ver cair, caído será quem nos afrontou. Isso é o trabalhar de D"us, é sua forma de nos proteger. Ele não permite que nada de mal nos toque, que nada nos atinja nem nos atrapalhe de caminhar, pois se D"us é por nós, ninguém será contra nós.

Gotas do Rebe.

Menachem Mendel.

A virtude da fé que está enraizada na alma de cada judeu é tão grande que sua expressão sobrepuja todas as outras manifestações da alma – todas estas são revelações e extensões da alma aparentemente separadas dela, enquanto a fé está gravada na essência da alma, e todo aquele que, D’us não o permita, toca e fere a fé, está ferindo o núcleo da alma; “portanto, até mesmo o mais leviano [dos homens] e os pecadores no seio de Israel, na maioria dos casos, sacrificam suas vidas pela santificação do Nome de D’us e suportam as piores torturas para abster-se de negar o D’us Único, mesmo quando são iletrados e ignorantes e não conhecem a grandeza de D’us. [Pois] por menor que seja o conhecimento que possuam, eles não se aprofundam nisto, e não se sacrificam em razão de qualquer conhecimento e da contemplação de D’us. Mas [eles se sacrificam] sem nenhum conhecimento e reflexão, como se apenas fosse totalmente impossível negar o D’us Único sem qualquer razão, argumento ou motivo”(Tanya, final do cap. XVIII).


domingo, 20 de novembro de 2016

Tarde de aprendizagem.

Hoje o lanche da tarde vai ser especial feito pela minha filha Sara.

Ensinando minha filha a fazer bolo.
1° bolo de Minha linda, ela me disse: mãe a senhora vai fazer bolo? 
Sim filha vou,
então me ensina.
Então parei e passei para ela o serviço. Ela amou fazer bolo, e passamos uma
tarde maravilhosa juntas na cozinha.




Massa pronta para ir para o forno.



Bolo pronto.


Shavua tov para todos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

" Aproveitando o Tempo "!!!

Mensagem da Parashá Vayerá
A Torá, no início da porção desta semana, descreve com riqueza de detalhes como Avraham, quando visitado por três hóspedes, demonstrou enorme solicitude em servi-los e cuidar deles. Avraham "apressou-se a ir à tenda de Sara," para que ela pudesse preparar pão fresco, ele "correu até o rebanho" para preparar as melhores iguarias, e então "ficou de pé, perto deles, debaixo da árvore", enquanto comiam na sombra, assegurando-se de que cada necessidade lhes fosse fornecida (Bereshit 18:6-8).
Rabeinu Bachya destaca que, embora Avraham fosse um homem idoso e estivesse fraco por causa da circuncisão que fizera apenas três dias antes, e apesar de ter muitos servos que poderiam ter atendido os hóspedes, em sinal de respeito Avraham fez tudo sozinho, com grande zelo e entusiasmo.
Ao final da porção da Torá há uma outra situação, na qual Avraham demonstra seu caráter zeloso. Na manhã em que Avraham levantou-se para realizar a akeidá, o sacrifício, a Torá relata que "ele se levantou cedo" para cumprir a mitsvá. Nesta difícil situação, quando Avraham recebeu ordem de levar o filho amado, pelo qual esperara ansiosamente por tantos anos, como uma oferenda, poder-se-ia pensar que a última coisa que a pessoa faria fosse acordar cedo para embarcar nesta missão! Mesmo assim, vemos que Avraham o fez. Como é possível?
Uma vez mais, temos um exemplo da personificação de Avraham da qualidade de ser zeloso, rápido e entusiasta em cumprir as mitsvot, preceitos, de D'us. Avraham desenvolveu este traço a tal ponto que, mesmo nesta situação difícil e extremamente penosa, ainda foi capaz de superar o desejo natural de protelar, chegando mesmo a levantar-se cedo para fazer a vontade de D'us.
Isso nos ensina uma lição inacreditável, que justamente quando a situação é desconfortável, ainda temos a capacidade de cumprir uma mitsvá com zelo e entusiasmo, e especialmente quando a mitsvá não é tão difícil.
Há um conceito bem conhecido na dinâmica humana conhecido como inércia - tendência natural da pessoa de tentar permanecer tão inativa quanto possível. Esta tendência intensifica-se quando se trata de cumprir mitsvot, porque há um freio natural, a má inclinação, que fará todo o possível para impedir que a pessoa faça uma ação que lhe possibilitará uma recompensa no Mundo Vindouro. Com isto em mente, temos uma pergunta: Como a pessoa adquire a característica de Avraham? Como subrepuja sua indolência natural para atingir a grandeza?
Há duas maneiras de fazer isso: Rabi Moshê Chaim Luzzatto explica que podemos fazê-lo, concentrando-nos em todas as coisas que D'us realiza para nós, pois se pudermos reconhecer todo o bem que Ele nos concede, e as enormes maravilhas que realiza desde o dia em que nascemos até nossos últimos, sem dúvida nos apressaremos em fazer o possível para retribuir, com toda nossa capacidade, cumprindo a Torá e exaltando Seu nome.
A segunda maneira, diz Chafetz Chaim, é reconhecer a importância de cada minuto. Sabemos que cada palavra da Torá que a pessoa estuda é uma mitsvá por si mesma. Se a pessoa fala à velocidade normal, seriam aproximadamente duzentas palavras por minuto, portanto, se a pessoa fala sobre a Torá por um minuto, realiza duzentas mitsvot de uma só vez. Agora pense: se a pessoa estuda por quinze minutos, cumpre três mil mitsvot! Se aprender por uma hora, faz doze mil mitsvot! E se a pessoa estuda o dia inteiro? Que tal alguns dias? Todas as mitsvot vão se somando, e quanto mais mitsvot cumpre, mais recompensa recebe. Dentro de pouco tempo, terá a capacidade de cumprir milhões!
É através deste reconhecimento que adquirimos o desejo de utilizar cada momento da maneira mais completa, seja estudando Torá, ajudando o próximo. Porém, precisamos de uma presteza e zelo especiais para nos assegurar de que corremos para fazê-las, e ao mesmo tempo buscando a certeza de que são cumpridas adequadamente.
A idéia de valorizar cada momento foi explicada numa parábola por rabi Moshe Yitschac Hadarshan. Imagine se todos aqueles que estão no cemitério recebessem outra meia-hora de vida, para conseguir tanta recompensa celestial quanto lhes fosse possível. Veríamos pessoas correndo para lá e para cá, estudando Torá, visitando os doentes, rezando, consolando os enlutados e fazendo caridade, cada pessoa de acordo com sua habilidade. E se essas pessoas recebessem algumas horas de vida, ou mesmo alguns dias? Não tentariam utilizar o tempo para cumprir tantas mitsvot quanto lhes fosse possível? E quanto a nós - quem de nós sabe quanto tempo ainda lhe resta?
É bem como disse o Chafetz Chaim certa vez: "A vida é como um cartão postal. Quando iniciamos uma viagem, escrevemos em letras grandes e espalhadas. Mas quando vemos que o espaço para escrever no cartão está acabando e ainda há tanto a dizer, começamos a escrever em letras cada vez menores, espremendo as palavras onde quer que haja um cantinho."
Ocorre o mesmo com nosso cumprimento de mitsvot; não somos tão cuidadosos sobre fazer todo o possível porque achamos que há muito tempo à disposição. Mas com o passar da vida, percebemos como o tempo é escasso na verdade, e tentamos espremer tantas mitsvot quantas pudermos. Entretanto, se percebermos agora o valor do tempo, podemos utilizá-lo ao máximo de nossa capacidade.
Por isso, quando estivermos em casa, prazerosamente lendo um livro ou qualquer outra coisa que preferiríamos não interromper, devemos refletir novamente naqueles métodos de incrementar o cumprimento da mitsvá. Devemos nos lembrar como D'us é bom para nós, e o quanto devemos realizar para retribuir pelo menos uma fração disso. Devemos ter em mente a importância e valor de cada minuto e de cada mitsvá. Por fim, devemos considerar que não importa o desafio que seja o cumprimento de uma mitsvá, é um desafio maior que o foi para Avraham levar seu filho ao sacrifício?
Com este reconhecimento, que possamos merecer a realização de mais preceitos, elevando desta maneira nossa recompensa, tanto neste mundo como no Mundo Vindouro.
por: Beit Chabad

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Rosh Hashana 5777. (Ano Novo Judaico ).

Em casa com minha família, uma pequena cerimônia simples mas com muito amor a HaShem, cerimônia de Rosh Hashana. Nesse momentos Judeus de todos os cantos da terra, se reúnem
num pacto de reflexão e confirmação da Fé inabalável, no Altíssimo. Não se trata da renovação de um ciclo é sim no compromisso com as
Mitzvah de HaShem.
Nova Aliança SP 02/10/2016.

Lechai.



Chalah para Rosh Hashana.


Lekach.
Muito bom.



Maçã e mel.
Para entrarmos com o pé direito.
Neste ano que se inicia.

"No ano que vem, em Jerusalém " Leshana Habaa B'Yerushalayim."

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Desafio ou consequência.

Toda essência é parte verdadeira da forma, e nela que encontramos o caminho. Na comunhão de uma relação nada fica fora desta união, forma e essência. Quando duas pessoas se tornam uma, surge a metamorfose dos instintos que poderão ou irão gerar o flerte de um Amor maior. Por vezes esse flerte não é amor é mero desafio, este desafio que não faz jus ao encontro das essências, desperdício daqueles que não sabem valorizar o que lhes é ofertado. Mas quando caminho e encontro se cruzam numa verdade possuída, "a!!" então é o coroamento de um Amor, consequência, única daqueles que são desafiados a Amar por toda eternidade, espelhados no brilho da criação.

Porque acendemos as velas do Shabat.

A luz é um assunto que tocou a imaginação de poetas, cientistas e psicólogos. Porque a sua natureza é tão diferente das outras entidades materiais, ela é muitas vezes usada para descrever introspecção espiritual. O Shabat é um dia de luz, um dia com um padrão e uma orientação de valores muito especiais. O acender das velas de Shabat introduz e inspira esse estado de percepção. A responsabilidade em acender as velas e induzir essa mudança de perspectiva pertence à mulher. É ela que dá as boas-vindas do lar à “Rainha Shabat”. Meninas desde a idade de três anos são encorajadas a acender a sua própria vela, tanto como um instrumento de envolvimento bem como parte de sua educação. As velas de Shabat são acesas 20 minutos antes do pôr-do-sol. Todos os Judeus hassidicos (religiosos e tementes) cumprem essa Mitzvah com grande alegria com Kavanah(intenção) perfeita.

Gotas do Reb

TAHARAT HAMISHPACHÁ.
(Gotas do Reb Pureza filiar)

 Pureza familiar Casamento e sexualidade são tratados com muito cuidado pela tradição judaica. Não é coincidência que em lares constituídos com consciência da Torá a taxa de divórcios seja muito inferior à média geral. Taharat Hamishpachá, as atitudes e práticas para uma vida conjugal feliz, ajudam a desenvolver comunicação e amor genuínos entre marido e mulher, e a trazer para o mundo filhos saudáveis e amorosos.
O estudo pormenorizado das leis de Pureza Familiar é, por sua própria natureza, complexo e deve ser orientado por pessoas de reconhecida competência.
Os Mitsva Tanks, veículos de mitsvá de Lubavitch, ou “tanques judaicos de combate à assimilação”, como são frequentemente chamados pelo Rebe e que parecem encontrar-se em todos os lugares ao mesmo tempo, tornaram-se cena familiar nas comunidades urbanas e suburbanas através das Américas, Europa, países africanos, Austrália, Israel etc. Eles estão sempre em movimento para lembrar os judeus da observância de uma festa religiosa em particular, para dar-lhes a oportunidade de praticar uma mitsvá e para incentivá-los a entrar em contato com sua herança judaica.
Num mundo despedaçado, com falta de sentido espiritual e desencanto, o Rebe, por intermédio da campanha das mitsvot e de sua
firme e lúcida liderança, fez de Lubavitch uma âncora, um pilar de luz e esperança, com o qual os judeus de todas as classes e idades podem se identificar.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Como a oração realmente funciona.

Como as pessoas acham que a oração funciona:
"Eu oro -> O Eterno muda os seus planos sobre o meu destino"

Tal visão em nada difere da criança que escreve uma cartinha para Papai Noel, esperando ser atendida. É mitológica, e talvez até ingênua.
Essa leitura não condiz com o monoteísmo absoluto. Pois se os planos do Eterno são a sua essência, mudá-los significaria que o Eterno mudou. Também não condiz com a relação causa e efeito, observada tanto na Torá quanto em todo o universo - uma das leis físicas mais comprovadas de todas.
Mas então, como a oração realmente funciona?
É muito simples, mas muito profundo:
"Eu oro -> O ato de orar, conectando meus pensamentos ao Eterno, me transforma -> Se eu mudei, meu destino muda, assim como mudam as circunstâncias ao meu redor."
A oração é das forças mais poderosas disponibilizadas pelo Eterno na natureza. Mas ela atua em NÓS, e não NELE.
TODA oração, sem exceção é ouvida e respondida. Mas enquanto qualificarmos a oração pelo efeito no destino, ao invés do efeito em nós, só nos frustraremos, e a qualidade do nosso relacionamento com Ele será muito limitada.
Entenda essa dinâmica, e a sua vida espiritual dará passos grandiosos.
Boa Reflexão!!

As feridas da alma.

As feridas da nossa alma doem mais do
 que as feridas do corpo. As feridas do corpo podem ser tratadas com remédio, mas as feridas da alma só D'us pode curá-las. Uma perda. Um relacionamento quebrado. Uma traição. Uma decepção amorosa. Um amor não correspondido. Uma imagem achatada. Um trauma de infância não resolvido. D'us conhece nossa dor e pode curar a ferida. Ele é o terapeuta eficaz da alma, pois só ele pode perdoar pecados, aliviar consciência, dar paz à alma e conceder A VIDA ETERNA.

domingo, 13 de novembro de 2016

Cobrir seus cabelos.

Qual a razão de uma mulher judia casada cobrir seu cabelo com uma peruca ou um lenço?
Resposta: Ao casar se e receber as bênçãos de kedushá ( Santificação em baixo de uma chupá durante o casamento judaico), seu status muda e agora ela pertence a um único ser que é sua alma gêmea: seu esposo. Para ele sua esposa é a pessoa
mais preciosa; seu maior tesouro. Por estas razões, a mulher cobre seu cabelo após casar-se. Para demonstrar seu estado de comprometimento com um único homem com quem é casada, e não atrair a atenção de outros homens sobre si por questões de tseniut, (modéstia), o uso da peruca ou lenços  passa a ser um elemento
essencial, indicando seu status e seu valor.

Não tem nada haver com religião, e sim com tradição e respeito
para com seu esposo.

Mulher confiante.

Para Refletir.
 ''A mulher que é independente possui um poder enorme nas mãos, por que? Porque ela sabe ser feliz consigo mesma, sabe apreciar á própria companhia sem ficar deprimida por estar sozinha em um sábado à noite.''

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Qual é o significado da prece as cherry yatsar?

Segundo o grande sábio, Chafêts Chayim: "A recitação de Asher Yatsar


com cavaná (verdadeira intenção) protege o judeu de doenças, atraindo bênçãos de saúde e prosperidade."


Essa prece foi compilada pelo sábio talmúdico, Abayê, há mais de 1600 anos. Séculos após ter sido composta e recitada por milhares, os avanços na medicina e na biologia humana reforçaram o brilho, importância e reflexos da recitação de Asher Yatsar e toda verdade nela contida.


Ao agradecermos a D’us, o Criador do universo, em Sua infinita sabedoria e bondade de ter-nos criado com orifícios (boca, narinas, ouvidos etc.) e cavidades (pulmões, coração, estômago e intestinos) capazes de reter ou expelir matéria de nossos corpos, separando entre o necessário e o que deve ser eliminado para nossa saúde e sobrevivência, entendemos toda a magnitude da bênção de Asher Yatsar. Isto é verdadeiro e se torna profundamente compreensível ao pensarmos em pacientes cujas vidas giram em torno de aparelhos de hemodiálise, sofrem de colostomia e utilização de sonda urinária, entre outras disfunções, que D’us não o permita.


Se refletirmos sobre este assunto e o levarmos à prática em nosso dia a dia, criaremos o bom hábito de agradecer constantemente.


Você menciona que é algo "tão baixo", mas nada do judaísmo é baixo no momento em que compreendemos que somos os canais que D’us criou para elevar a matéria a níveis espirituais muito mais elevados. A nós Ele depositou toda Sua confiança no entendimento de Seus princípios colocados em prática neste mundo. Atos tão simples quanto dedicar 20 segundos para recitar essa prece: um agradecimento pelo milagre da vida, que se repete a cada segundo. 

Fonte: Chabad.org 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Lição de vida.

Eu cresci comendo a comida que minha
mãe podia colocar na mesa, sempre respeitei minha mãe e as pessoas mais velhas... Tive TV com 3 canais e não mexia para não quebrar, e antes de sair para escola arrumava a minha cama...
Fazia o juramento à bandeira na escola, bebia água de torneira, andava descalço, tênis barato e roupas sem marca, não tive celular, nem tablet e muito menos computador...
Ajudava minha mãe nas tarefas de casa, e não achava que era exploração infantil, tinha horário para dormir.
Quando tirava boas notas não ganhava presentes, porque não tinha feito mais que minha obrigação. Notas baixas era castigo, apanhava quando aprontava e isso era apenas um corretivo e não caso de polícia!!
E não sou revoltada, não faço analise em médico, e não falta nenhum pedaço em mim.
Menos frescura e mais disciplina para essa geração!!!! É disso que o mundo e as crianças estão precisando!
Ordem, Respeito, Disciplina, Bondade, Educação, Obediência e Amor...
Por um mundo onde não haja só direitos, mas também Deveres!
Ass: Miryam Hassiah.